Com o fim do ano de transição, o Integrall compilou excertos de algumas entrevistas que fez, ao longo de 2025, e deixa-lhe aqui o que astrólogos, especialistas em Feng Shui e em inteligência interpessoal e intrapessoal antecipam para 2026.
Feliz ano novo!

Para o especialista em inteligência interpessoal e intrapessoal e criador Escola da Espiritualidade na Matéria (EEM), Luís Martins Simões, “2026 é um ano em que se espera uma nova vibração. Em 2026 e sobretudo, em 2027, o planeta vai assistir a mudanças que não aconteceram nos últimos 10 mil anos e portanto, a nível planetário, é uma coisa fortíssima do ponto de vista da vibração que vai acontecer, ou seja, com o homem consciente, com o ser humano consciente, o homo sapiens consciente, não teve nenhuma transição tão forte como a que vai acontecer em 2027, mas a humanidade não está preparada para apanhar esta onda. Portanto, vai haver uma grande parte que vai passar completamente ao lado dessa transformação e que vai ser arrastada para essa nova vibração.
2026 vai ser um ano para procurar a paz, a transparência, a verdade, mas é muito importante que cada pessoa tenha consciência da sua verdadeira essência, das suas verdadeiras necessidades porque, senão, pode ser uma grande sova emocional”, salienta.

Feng Shui aponta para ano de regeneração
Apesar de, segundo o Feng Shui, o novo ano só começar em fevereiro, o especialista Alexandre da Gama explica, que “2026 vai ser um ano um e vai corresponder à entrada num ciclo de nove anos. 2026 vai ser o ano água, de regeneração, de cura, vai ser um ano para aprendermos a ser mais flexíveis, mais tolerantes, mais concentrados na nossa própria direção – podemos ser flexíveis, sem nos deixarmos perder, portanto, vai ser um ano para usar cada um usar a sua intuição, o seu sentido de direção, o seu propósito, para seguir o seu lado individual, mas sem ser obtuso. Vai ser para seguir aquela direção, mas serpenteando, tal como a água vai fazendo as necessárias curvas que se lhe vão apresentando no caminho.”
“Em 2026 começam a surgir as diretrizes e as linhas que já nos permitem ver algo do novo mundo”

Para o astrólogo José Augusto, com 30 anos de carreira, a transformação já se vem sentindo, uma vez que “2024, 2025, 2026 e 2027 são anos muito importantes de mudança no mundo, na civilização”, mas o novo ano vai ter uma tónica diferente, pois é “em 2026 que começam a surgir as diretrizes e as linhas que já nos permitem ver algo do novo mundo. Quando eu falo em velho mundo, é o mundo de pessoas que têm 60 anos, como eu e que acreditavam que era de uma determinada maneira. Esse mundo está a mudar completamente”.
Já sobre o que é que aí vem depois desta transição, José Augusto considera que “terá de ser sempre algo melhor do que o que está. Se Plutão está em Aquário, Neptuno em Carneiro e Urano em Gémeos; se os três planetas transpessoais, que mudam a sociedade, que mudam a civilização, estão a fazer um bom aspeto entre si, eu tenho de perceber que algo novo e algumas novas formas vão surgir. Só que estamos numa fase em que ainda não as conseguimos ver, em que o velho mundo que conhecemos e a que estamos agarrados, está a deixar de funcionar”, constata.
“Estes planetas representam o desafio de abraçarmos uma nova vida na mesma encarnação”

Uma opinião partilhada pelo, também, conselheiro astrológico Nuno Michaels, para quem, “esses planetas representam a ativação de novas frequências que convocam à reinvenção pessoal, à evolução, ao espírito de comunidade, à individuação pessoal, à adesão às visões e aos apelos do espírito ou do coração pessoal, o desafio a começar de novo, o desafio a abraçarmos uma nova vida na mesma encarnação, o desafio a explorarmos o que, movendo-se dentro de nós, ainda não teve como ser vivido, porque ainda não chegou o tempo. Estas energias convocam a um grande upgrade (atualização) para quem esteja em condições de receber, sintonizar-se e responder ao apelo. Ora, acontece que, na minha opinião, a maioria da humanidade não está virada para estas coisas e, por isso, o que eu vejo é a ativação de novos códigos na humanidade, aos quais uma maioria vai poder começar a responder, mas a grande maioria, vai fazer ainda mais check-out (sair) da realidade e check-in (entrar) na alienação virtual, tecnológica, de ligação em rede, a uma realidade cada vez mais virtual e cada vez menos humana”.
Nuno Michaels deixa, no entanto, uma mensagem astrológica de esperança: “eu acredito, profundamente, que estamos todos no processo de prever a próxima versão de nós próprios. Estamos num período e num processo de transição, num lugar liminar. Há que respeitar este processo, acreditando nos apelos de futuro que se movem dentro de nós e respeitando o tempo necessário para encerrarmos os ciclos que ainda estão a encerrar-se, de modo a podermos fazer esta transição. Eu vejo muita coisa a colapsar e a chegar ao fim, mas também sei que a nova vida ainda não está pronta a apresentar-se. Há que confiar e há duas qualidades do espírito que eu creio que são, extraordinariamente, importantes nesta altura: a coragem, que é o que nos leva para a frente e o desapego, que é o que nos ajuda a deixar o passado descansar”, conclui.

















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