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Home Em destaque

“A nova medicina germânica abre-se à possibilidade da autocura”

by Sandra Xavier
Janeiro 22, 2026
in Em destaque, Saúde e Bem Estar
“A nova medicina germânica abre-se à possibilidade da autocura”

DR

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Médico de família há 40 anos, o brasileiro Maurílio Brandão ganhou outro entendimento da medicina e das doenças quando descobriu a nova medicina germânica. A partir daí, começou a ir mais profundamente às causas das doenças e a ajudar os seus doentes a perceberem a história que se esconde por detrás de uma enfermidade.
De passagem por Portugal, explicou ao Integrall como foi que um simples folheto lhe mudou o olhar e a prática clínica na
VEDA, Clínica de Educação e Saúde, no Brasil.

 Integrall: Que limitações sentiu na sua prática como profissional de saúde, tendo em conta a medicina convencional?

Maurílio Brandão: Desde que estava na faculdade, percebi que havia algo em que eu precisava de ir além para perceber melhor também aquilo que se passava comigo enquanto estudante de medicina, mas, o que chamou muito à atenção foi que, no terceiro ano, começando já com práticas de atendimento para a medicina de adultos e crianças, muitas vezes, as pessoas traziam informações que não cabiam dentro das nossas classificações. Então, eu ficava olhando para as pessoas e elas muitas vezes não se sentiam compreendidas, atendidas, porque muito do que precisávamos para fazer os diagnósticos não era tanto o que as pessoas estavam procurando.

“O que chamou muito à atenção eram informações que as pessoas me traziam e que não cabiam dentro das nossas classificações”

Integrall: Pode dar exemplos de coisas que as pessoas traziam e que não cabiam nas vossas classificações?

Maurílio Brandão: Sensações que tinham, impressões que tinham, tanto que eu fui fazer medicina psicossomática como uma cadeira letiva, pois eu queria entender melhor como que se dava esta condição do que as pessoas traziam e que nós dizíamos, inclusive, que era psicossomático.

“A homeopatia é o meu berço terapêutico”

 Integrall: O que é que descobriu ao fazer nessa cadeira?

Maurílio Brandão: Que havia um contexto mais sistémico que nós temos como forma de existir e que, portanto, havia, sim, também, como compreender as observações, as queixas que as pessoas traziam de uma maneira a aproveitar e estabelecer uma ligação, um entendimento com esta pessoa, valorizando o que ela tinha trazido e, ao mesmo tempo, tendo a possibilidade de diagnosticar o que seria a patologia, a doença para, então, estabelecer o tratamento. Mas, ao longo destes anos, percebi não era tanto o que mais me chamava a atenção e coincidentemente, tive um colega de curso que trabalhava com acupuntura, com quem comecei a ter algumas interações a respeito desse tema, que me chamou muito à atenção.

Depois, já do quinto para o sexto ano, quando estamos terminando o curso e temos de decidir que especialidade vamos fazer – durante alguns anos, eu queria fazer neurocirurgia e depois interessei-me pela cirurgia – percebi que não era nenhuma das duas e fui fazer Medicina Geral Comunitária no estágio, que é o que se chama da Medicina de Família e nesse período, inicialmente, o estágio era numa cidade próxima da universidade onde eu estudei, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

No final desse primeiro ano, encerraram o programa e ficamos órfãos em termos de dar sequência ao estágio e eu encontrei, então, uma referência em Porto Alegre no Rio Grande do Sul, onde o terminei. Enquanto fui fazendo o estágio médico, tive outro colega, que fazia homeopatia e que foi bem influente no sentido de trazer-me para o lado mais naturista. Assim, comecei, também, a usar a homeopatia de uma forma experimental, dentro do período do estágio – fiz um curso de especialização em homeopatia -, por isso, eu digo que a homeopatia é o meu berço terapêutico porque, embora eu tenha feito, durante muito tempo plantões, usando, portanto, a medicina convencional como recurso terapêutico, principalmente em atendimentos de urgência, emergência mas sempre que eu tinha mais autonomia e oportunidade, usava a homeopatia.

“Juntei conhecimentos e práticas numa forma que trouxe para a medicina que pratico hoje, que é uma medicina funcional e integrativa”

Ao longo do período do curso de homeopatia, fiz um outro curso em medicina tradicional chinesa e fui praticante de acupunctura, pelo que, naturalmente, a medicina chinesa inclui-se, até hoje, no meu entendimento, no meu raciocínio.

A profissão foi-se transformando e as minhas práticas também foram-se modificando porque eu tive acesso a outras informações, outros conhecimentos, a outros cursos e ao longo desse período. Fui fazendo outras pós-graduações em medicina quântica, em biofísica aplicada a bioressonância em medicina do comportamento – na época chamava-se nutri-endocrinologia, uma mistura da nutrição com endocrinologia.
Então, juntei conhecimentos e práticas de uma forma que trouxe para a medicina que pratico hoje, que é uma medicina funcional e integrativa.

Integrall: Em que momento da sua carreira é que entra a nova medicina germânica?

Maurílio Brandão: A nova medicina germânica surgiu, noutro momento, há 15 anos. Eu recebi, através de uma paciente que eu acompanhava, um pequeno folheto produzido pela universidade de Viçosa, em Minas Gerais, que é uma universidade bem aberta a outros conhecimentos e outras práticas. O que estava no folheto chamou-me muito à atenção. Eu nunca tinha visto o que vi escrito ali e que fez todo o sentido diante da trajetória que eu já vinha tendo, em termos de analisar a minha existência humana e para que adoecemos. A nova medicina germânica era justamente o que estava no conteúdo desse folheto.

Integrall: O que foi que o chamou a atenção?

Maurílio Brandão: Justamente, a definição da própria nova medicina germânica, tem por base a existência humana, que, sendo uma existência mamífera, do ponto de vista biológico, determina muito mais sobre nós do que se imagina. Eu não tinha esse conhecimento, mesmo na própria faculdade. As ciências são as mesmas, contudo, nunca com aquele enfoque.

Integrall: O que é que a nova medicina germânica traz de novo em relação à medicina convencional?

Maurílio Brandão: A nova medicina germânica baseia-se em leis biológicas que são as mesmas referências teóricas do nosso estudo na medicina convencional, mas, de uma forma apresentada dinamicamente e numa sequência de influências nas nossas vidas, que não é apenas o que nós aprendemos na faculdade como matéria estática, teórica e de que não vamos precisar mais depois. A nova medicina germânica traz, eventualmente, algum conhecimento básico da anatomia, da neuroanatomia, da citologia, da histologia, da própria fisiologia, mas não na mesma sequência em que estudamos na medicina convencional.

O que me chamou à atenção no folheto foi que a interação dos sistemas, das células, do tipo de organização que temos sobre o desenvolvimento embrionário determina muito sobre nós. Havia uma ordem bem sistematizada em todo aquele conhecimento de uma forma em que tudo fazia sentido. Aquilo era a base de conhecimento que eu já tinha, mas que eu nunca tinha visto apresentado daquela forma.

Integrall: Dê-me um exemplo prático de um diagnóstico feito com base na nova medicina germânica, como é que o aplica e quais são os resultados?

Maurílio Brandão: Na verdade, os diagnósticos podem assemelhar-se bastante aos da medicina convencional, contudo, o que as diferencia bastante é a forma de chegar às causas das enfermidades. Dentro da medicina convencional, usando como exemplo um cancro de mama, trata-se de uma doença tumoral, na maioria das vezes, considerado invasivo. Quando é um cancro maligno – daí ser considerado invasivo – tem associada uma perspetiva, para a própria pessoa, diante do diagnóstico e até mesmo, terapeuticamente, bastante diferente daquela que se pode dar quando temos a mesma informação, mas provinda de conhecimento sobre o que, de facto está a acontecer e qual o motivo. Se existe, por exemplo, um adenocarcinoma, que é um carcinoma ocorrido na glândula e se, por outro lado existe, um carcinoma apenas, que é quando existe um cancro nos ductos mamários, para a medicina convencional, são ambos cancros, que podem ter a característica de carcinoma de malignidade e que podem ser entendidos, também, como invasivos ou muito invasivos. O intuito da medicina convencional é combater a doença e por isso, ela considera algumas hipóteses do que podem ser causas, algumas até de natureza genética, mas, senão, atribui a doença a vários outros fatores, que podem concorrer para que se desencadeie aquele cancro.

Já se tratamos a mesma situação pela nova medicina, nós temos, justamente, essa diferenciação bem importante sobre se é um adenocarcinoma ou se é um carcinoma, ou seja, se nós temos um cancro originário das glândulas mamárias, nós temos, então, um adenocarcinoma com origem embriológica diferente da dos ductos mamários, onde há o carcinoma. Essa diferenciação também vai determinar qual é a resposta, pois, a esses entendimentos, temos associadas as respostas que um corpo vai ter diante de situações de alguma ameaça, de algum perigo à vida.  Quando acionamos esse sistema de respostas biológicas, elas estão inseridas na nossa existência mamífera, que é, para a nova medicina germânica, um fator fundamental para que se compreenda como que nós evoluímos em termos das doenças assim chamadas.

“A nova medicina germânica não é uma proposta terapêutica (…) o modo de tratar é tratar o entendimento”

 Integrall: Mas como é que a nova medicina germânica trataria um cancro desses?

Maurílio Brandão: A nova medicina germânica não é uma proposta terapêutica, é muito importante que se saiba disso. O modo de tratar é tratar o entendimento e por isso, na minha opinião, a informação adquire uma característica terapêutica, na medida que a pessoa tem conhecimento e sabe do que se passa, porquê, para quê, como é que se dá, havendo, então, uma oportunidade de ter outro entendimento e consequentemente uma outra postura diante do que se passa.

Integrall: Mantendo o exemplo de uma pessoa que teve um cancro na glândula mamária, o que é que ela descobriu sobre ela própria?

Maurílio Brandão: Num adenocarcinoma, que é de origem mesodérmica – uma associação do mesoderma antigo e do mesoderma novo- a origem pode ter a ver com alguma ameaça ao chamado mínimo, ou seja, um problema sério de saúde com o filho, com o marido ou com algum outro ente querido em casa. Se a mulher tem um problema com o filho ou mesmo com a sua mãe biológica, então, a tendência, ou melhor, por lei, podemos dizer que a resposta vai se dar na mama esquerda. Se for com o que é chamado de igual, ou seja, o marido ou mesmo um irmão, sócio, amigo, primo, nesse caso, a resposta vai ser dada na mama direita. No entanto, se essa é uma mulher canhota, a situação inverte-se.

Então, a pessoa recebe esta informação e depois, ela própria, vai fazer pesquisa na vida dela, perceber o que se está a passar. Na verdade, ela pode ser informada e deve fazer essa pesquisa na sua vida, mas precisa de ser informada disso. Daí a importância de se ter conhecimento sobre a nova medicina e sobre o modo pelo qual responde, pois há toda uma diferença quando há esse conhecimento pela própria pessoa do que se passa com ela mesma, permitindo-lhe, naturalmente, ligar estes factos com a sua própria história.

Integrall: A nova medicina germânica baseia-se em leis biológicas?

Maurílio Brandão: Sim e são estas cinco leis biológicas que dão origem a estas referências, desde o conflito em si, que é justamente a primeira lei, até à segunda, que são as duas fases de todas as enfermidades, passando pela solução do conflito, pela fase de cura, em que já não existe o conflito, já não existe a razão para as células continuarem a crescer e, portanto, podem ser desfeitas, até ao processo de destituição, ou seja, de morte celular, de necrose, e que muitas vezes tem a participação de micro-organismos para que se solucione a situação.

De recordar que todo este processo se dá, naturalmente, desde há milhões de anos, aquando da evolução da vida mamífera e portanto, nesta linha, o cancro sempre existiu na nossa evolução. Aliás, faz parte da evolução, faz parte da vida, ou seja, é algo que vem para transformar, transmutar e para evoluirmos, no fundo. É algo que vem para resolver, de forma bem objetiva, pois trata-se de uma perspetiva de perpetuação da vida, e, portanto, a perpetuação da espécie.

Aproveitando a sua pergunta, há, então, nas leis biológicas, a quinta lei biológica, que é justamente aquela que dá o sentido evolutivo da vida como um todo, da espécie como um todo. Nesse sentido de evoluir e até de transmutar, a chamada quinta lei biológica é aquela onde nós unimos o propósito final da enfermidade. A doença tem associada uma ideia de erro e uma visão dicotómica de que ela está de um lado e a saúde está do outro, e que, portanto, são divergentes. Contudo, na verdade, trata-se de uma mesma linha que oscila para os lados, para baixo, para cima, de acordo com a necessidade de se movimentar, de acordo com a ocorrência dos chamados conflitos, que são essas situações de ameaça, de perigo à vida, que podem acontecer em nós, humanos, naturalmente.

“É importante que o conhecimento possa alcançar a sua mais vasta expansão, inclusive, dentro da academia, dentro da ciência, para que tenhamos uma perspetiva de ampliação da compreensão do que se passa”

 Integrall: Segundo a nova medicina germânica, a pessoa pode ir pesquisar sobre a origem da sua doença e ajudar a curá-la. E se uma pessoa não tiver acesso à sua história, não conseguir ir à causa do problema?

 Maurílio Brandão: É o que tem acontecido desde há cerca de 250 anos, quando se inseriu na prática médica propostas de tratamento, sejam cirúrgicas, radioterápicas, quimioterápicas para combater a doença e que continuamos a ter atualmente.

É importante que o conhecimento possa alcançar a sua mais vasta expansão, inclusive, dentro da academia, dentro da ciência, para que tenhamos uma perspetiva de ampliação da compreensão do que se passa e que, por sua vez, seja devolvida ao doente. Infelizmente, há interesses mais diversos no sentido de que não se redirecionem este tipo de propostas terapêuticas, como no caso da oncologia, que está muito ligada a procedimentos, na maioria das vezes, de medicina que nós chamamos de terciária, ou seja, situações de um nível destacado de especialização e de alto custo – a oncologia é uma medicina de altíssimo custo e para aquilo que eu entendo como de combate aos sintomas, não vai às causas, muitas vezes.

Integrall: Há muitos médicos a utilizarem a nova medicina germânica?

Maurílio Brandão: Muito poucos.

“A nova medicina germânica é um caminho que leva ao autoconhecimento, pois trata-se também da nossa própria natureza, da natureza humana numa perspetiva biológica”

 Integrall: Há abertura da academia para incluir esta nova medicina na abordagem das enfermidades?

Maurílio Brandão: O criador dessa ciência, o médico alemão Ryke Geerd Hamer, não conseguiu e foi fortemente ameaçado, literalmente e, portanto, eu vejo que, infelizmente, há pouca probabilidade de que haja essa vinda para a academia, de uma forma assim tão espontânea. Eventualmente, o que eu vejo que pode acontecer é que o conhecimento, e principalmente, o conhecimento generalizado, traga a situação para uma forma tal que a ciência oficial tenha de acolher, dar ouvidos e estender as pesquisas para que se confirme, então, a cientificidade desta ciência. É uma ciência empírica, baseada nestas cinco leis e através da qual se pode explicar as enfermidades, tanto em mamíferos quanto humanos, na sua verdadeira causa. É claro que estamos ainda a falar de causas naturais, digamos assim, pois excluem-se da nova medicina a toxicidade, a desnutrição, o envelhecimento, os acidentes, que são situações que não passam por esta evolução natural.

A nova medicina germânica é um caminho que leva ao autoconhecimento, pois trata-se também da nossa própria natureza, da natureza humana numa perspetiva biológica, mas que interage com o ser humano, ou seja, este ser que pensa, que evolui e que pode criar, inclusive, o que está justamente nessa quintessência, ou seja, na quinta lei, esse propósito da enfermidade para uma perspetiva evolutiva e que é, na minha opinião, inclusive de natureza ou de possibilidades transcendentais. Interessantemente, a nova medicina, embora seja objetiva, mas não hermética, abre-se para – principalmente através da quinta lei – a possibilidades diversas, uma vez que não se trata de uma proposta terapêutica, propriamente dita, mas, abre-se, sim, para uma questão que é omitida quando falamos da medicina convencional, que é a nossa capacidade de autocura. Este, sim, é outro ponto que nos coloca numa posição extremamente privilegiada, porque o processo biológico, em si, já tem esse sentido da autocura, da sobrevivência, de perpetuação da espécie.

Integrall: A integração de sabedorias…

 Maurílio Brandão: Para uns, tão difícil, mas, para outros, o caminho. O que posso dizer é que, embora haja uma evolução tecnológica espantosa, inclusive com o uso da própria inteligência artificial, que nos permite evoluir na capacidade humana de ser médico, cujo conceito é velho, saturado, exausto, ao mesmo tempo, infelizmente, temos uma visão rudimentar e que já deveria ter sido modificada desde há bastante tempo, quando, na década de 80 do século passado, Hamer, o criador, o enunciador dessa ciência fez a sua tentativa. Ele deixou-nos um legado muito importante e eu entendo que podemos ser mais e melhores médicos na medida em que ampliamos o nosso conhecimento.
Nestes 15 anos de vivência com a nova medicina germânica, não encontrei um único conhecimento que não prestasse, que não valesse ou que estivesse errado. Então, ainda que esta medicina não nos possa trazer explicações para tudo, nunca me senti tão bem esclarecido e nunca pude esclarecer tanto as pessoas sobre o que se passa com elas como a partir do momento em que comecei a transformar o meu próprio conhecimento e a trazer a perspetiva de que as pessoas também podem transformar o seu conhecimento e as suas próprias vidas.

Tags: Maurílio Brandãomedicina integrativaNova medicina germânicaRyke Geerd HamerVEDA

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