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Home Biológicos Agricultura

“Se optássemos por fazer uma agricultura limpa conseguíamos exportar para todo o mundo”

by Sandra Xavier
Junho 23, 2025
in Agricultura, Biológicos
“Se optássemos por fazer uma agricultura limpa conseguíamos exportar para todo o mundo”

DR

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Durante muito tempo resistiu ao negócio de família, há 18 anos, Luísa Almeida rendeu-se a tocar para a frente a Quinta do Arneiro, na Azueira, Mafra. De monocultura, transformou-a num terreno de cultivo de produtos biológicos, começando do zero, sem conhecimento no assunto. Hoje, emprega 40 pessoas e vende saúde e sabor na mercearia local e nos cabazes da estação, que distribui, todas as semanas, na zona da grande Lisboa. No passado dia 22 de junho, abriu as portas a perto de 1000 pessoas que quiseram passar um dia com as “mãos na terra”.

DR

Integrall: O seu pai comprou esta quinta em 1967, para produzir pêra-rocha, ainda a Luísa era criança, mas em adulta teve, durante muitos anos, uma livraria em Torres Vedras. Porque fugia do negócio da família? 

Luísa Almeida: Eu fugia do negócio da família porque a agricultura e a pêra, em si, o produto, em sim, não me atraía, de todo, era muito pouco, era muito básico, tinha muito pouca criatividade. Era um trabalho sempre rotineiro, era sempre o mesmo. Depois era esperar que a pera crescesse e tivesse sempre qualidade. Cada ano que passava pediam mais calibre e mais qualidade e davam menos, cada vez davam menos valor ao produto. Portanto, para mim não era, de todo, um negócio ou um projecto com características que me atraíssem. 

Integrall: Em que momento da sua vida é que decidiu voltar às origens? O que é que a fez agarrar no negócio de família?

Luísa Almeida: Ou agarrava ou vendia.

Integrall: Foi desde a morte do seu pai que decidiu agarrar o negócio? 

Luísa Almeida:
 Não, foi depois da morte dele. Ainda passaram uns anos depois da morte do meu pai. Quando ele morreu, eu tinha 32 anos e só agarrei no negócio com 47, portanto, ainda houve uns 15 anos que em que tivemos a quinta e era o meu ex-marido que a geria, que mantinha mais ou menos o que o meu pai tinha feito.

Quando divorciei é que tive de tomar a quinta: ou ficava com ela ou tinha de vender. Vivia aqui, era a nossa casa, a quinta era um bem quase que era impensável vender, sem tentar, não é? Portanto, não fazia sentido deixar de ter este espaço e esta quinta sem tentar que fosse um negócio rentável. 

Integrall:
 Foi há quantos anos? 

Luísa Almeida: Foi em 2007. 

DR

Integrall: A primeira mudança que implementou foi deixar de produzir só pêra-rocha. O seu ex-marido já o fazia? 

Luísa Almeida: Não, não, foi só quando comecei a fazer agricultura biológica que comecei a pensar em fazer horticultura, porque é muito mais fácil. Tem menos risco porque são ciclos de plantação muito mais curtos do que de um pomar. Então era mais fácil começar a fazer uma horta e produzir vegetais. Apesar de não saber nada sobre o assunto – nem quem cá estava – tinha duas pessoas a trabalhar na quinta, na altura, no campo, que também não sabiam nada de horta. Todos sabiam muito era de pêra, mas pouco ou nada de horticultura. Portanto, foi um bocado uma aprendizagem em conjunto. 

Integrall: A Luísa aprendeu com quem? 

Luísa Almeida: Telefonando, mandando fotografias para os meus concorrentes, meus colegas ou outros produtores bio que eu fui conhecendo. Mandava-lhes fotografias a perguntar: “o que é que se passa com isto? Está doente? Tivemos imensos revezes, as coisas não estavam, de todo, a correr bem. Não foi fácil começar, sem conhecimento nenhum.

Integrall: Transformou parte dos 30 hectares da quinta em espaços de agricultura biológica. Porquê biológico?

“Isto não é uma moda. É uma forma de produzir mais equilibrada e que traz benefícios para tudo. Tanto para nós, quanto para o planeta, para a nossa saúde.” 

Luísa Almeida: Apesar das pessoas dizerem muito que o biológico está na moda, isto não é uma moda. É uma forma de produzir mais equilibrada e que traz benefícios para tudo. Tanto para nós, quanto para o planeta, para a nossa saúde. É realmente uma coisa importante. Não é uma modinha, não é uma coisa de influencers. É uma decisão que faz todo o sentido na vida de quem a toma. E porque é que eu a tomei na altura? Não foi por esta razão, foi mesmo por uma questão financeira, porque eu via que, através da pêra, tínhamos cada vez mais obrigações e era menor o valor que nos pagavam por ela; era um mono produto. Estávamos o ano inteiro a perceber que produção é que íamos ter. Não sabíamos a quanto é que íamos vender. Só passado um ano da colheita é que sabíamos quanto é que tinha valido a pera que tínhamos colhido no ano anterior. Portanto, era tudo muito mau para nós. 

Integrall: Isso devia-se a quê? 

Luísa Almeida: É assim que funciona o mercado. 

Integrall: Quando tomou essa decisão, já consumia produtos biológicos? 

Luísa Almeida: Não.

Integrall: Pode dizer-se que foi pioneira em Portugal? 

Luísa Almeida: Não. Já havia os tais concorrentes, colegas. Havia muita gente a fazer produção biológica. Desbravaram caminho. 

“Nada do que nós usamos é feito em laboratório”

Integrall: Na Quinta do Arneiro não entram químicos? 

Luísa Almeida: Entram químicos naturais. Não podemos dizer que não entram químicos, porque entram químicos, mas naturais. Para as pessoas perceberem melhor, se nós vamos ver a medicina, por exemplo, podemos comparar a nossa forma de cuidar com a naturopatia. Nós usamos produtos com origem na natureza, que podem ser químicos – porque a natureza também tem químicos -, mas não são químicos de síntese. Nada do que nós usamos é feito em laboratório.

Integrall: Não há risco de contaminação do solo? 

Luísa Almeida: Claro que há. Está tudo contaminado. Isso é como fumar. Eu posso não querer fumar, mas não posso proibir a outra pessoa de fumar – e provavelmente vou levar com o fumo do seu cigarro. Só se eu fosse… não sei para onde. Não sei se há algum sítio no mundo, onde não haja contaminações. É quase impossível. Portanto, há contaminações, sim, mas eu opto por não contaminar mais.

Integrall: Como é que isso se faz, na prática? 

Luísa Almeida: Não usando produtos químicos de síntese. 

“Temos um país tão pequenino, que se optássemos por fazer uma agricultura limpa, de certeza que éramos muito mais ricos”

Integrall: A terra regenera?

Luísa Almeida: A terra regenera. Claro que (na quinta) vou levar com o spray que o vizinho está a pôr, que vem aqui parar com o vento. Claro que as águas estão completamente contaminadas, mas se não se começar, nunca mais chega a lado nenhum. O importante é que quem decide começar, que comece e o ideal era que todos decidissem fazer isto, porque temos um país tão pequenino, que se optássemos por fazer uma agricultura limpa, de certeza que éramos muito mais ricos e conseguíamos exportar para todo o mundo, só por saberem que nós só fazíamos aqui agricultura biológica. E tínhamos uma mais-valia gigante, mas não é por aí que vamos. Contaminava-se pela positiva. 

Integrall: Os legumes e as frutas da Quinta do Arneiro são todos da estação? 

Luísa Almeida:
 Só produzimos e só vendemos da estação. 

Integrall: São todos produzidos aqui? 

Luísa Almeida:
 Não, nós produzimos muitas variedades de legumes e há coisas que só vendemos se forem produzidas por nós, como o caso dos morangos, das alfaces, dos espinafres. Há outras que podem ser nossas ou não. Se as não tivermos, compramos. E há outras que nunca produzimos, como a cenoura, porque não temos terreno para a cenoura. 

Integrall: A Quinta do Arneiro apoia marcas portuguesas que trabalham convosco?

Luísa Almeida: Sim, temos apoiado várias marcas. Quer dizer, não é apoiar, é dar a conhecer aos nossos clientes essas marcas. Porque realmente, eu sei bem, nós sabemos bem o que custa e o que tivemos de fazer até chegar aqui. Portanto, há muitas (marcas) que não têm essa possibilidade e têm um produto diferente do nosso. Então faz todo o sentido promovê-lo e dá-lo a conhecer. 

Integrall: Na Quinta do Arneiro, respeitam o tempo de pousio da terra, quer era algo que fazia no tempo dos nossos avós e que, entretanto, se perdeu?

Luísa Almeida: Sim, porque é muito caro fazer pousios. A terra tem de ficar parada e as pessoas não querem sequer produzir em qualquer cantinho. Por isso é que as terras produtivas estão completamente limpas de qualquer erva, de qualquer matagal, de qualquer mini floresta. Não existem árvores, não existem arbustos, porque é tudo para produzir e depois desequilibra completamente.

Integrall: A terra e os consumidores agradecem esse pousio? 

Luísa Almeida: Os consumidores conscientes, sim. Aqueles que pensam antes de comprar agradecem, sim. 

Integrall: Há cada vez mais procura por produtos biológicos? 

Luísa Almeida: Sim, acho que há. A verdade é que os produtos biológicos estão a ficar ao preço dos convencionais e isso traz mais notícias. 

“A agricultura biológica tem um preço de custo de produção que nunca é comparável com o preço da agricultura convencional”

Integrall: A diferença tem estado a esbater-se? 

Luísa Almeida: Sim, eu acho que tem e isso não é possível, porque a agricultura biológica tem um preço de custo de produção que nunca é comparável com o preço da agricultura convencional. Além de que a agricultura convencional tem de arranjar imensas artimanhas para conseguir produzir cada vez mais barato. Eu acho que isso tem muito a ver com a grande distribuição; não tem a ver com o consumidor. A grande distribuição quer ter sempre o slogan do barato e para poder falar em barato – que é uma palavra que as pessoas adoram, ficam quase hipnotizadas – isso faz com que o produtor tenha de arranjar todas as armas ao seu alcance para produzir barato e depois essas armas vão trazer-nos consequências. São coisas pequeninas, doses homeopáticas de químicos. Não há problema, não há risco para a saúde pública imediato e ninguém dá por nada, mas se for continuado… 

Integrall: O estreitamento da diferença de preços deve-se a quê? 

Luísa Almeida: Deve-se à pressão da grande distribuição de querer preços mais baixos em tudo. Portanto, começam a pedir preços mais baixos ao produtor e vejo produtores a desistirem, há muita rotação de produtores.

Integrall: Refere-se a produtores biológicos?

Luísa Almeida: Biológicos, sim, a desistirem de estar nas grandes, a desistirem de produzir, porque não conseguem vender para outros sítios e cada vez há menos lojas independentes. Não se conseguem aguentar, porque têm de concorrer, em preço, com a grande distribuição. Portanto, o que acontece é que o consumidor fica com a percepção de que as lojas e os produtos como os nossos são caros – é uma palavra horrível – nós não estamos aqui para espremer produtores e acho que as lojas também não. Só que depois não têm poder de compra, porque a quantidade é que faz baixar o preço, quando, na verdade, a quantidade, muitas vezes, é para deitar fora, mas as pessoas compram porque é barato e nem precisam. É uma ganância. É tudo estranho. 

Integrall: É um investimento em saúde.

Luísa Almeida: Para as pessoas, não, porque, primeiramente, é caro. Não é caro. O valor é que é alto, porque tem um grande valor. Caro é outra coisa. Caro é uma coisa que não vale nada e tem um preço alto. Nós temos um valor que vale muito ao preço justo e quando se tem um preço justo, não há nada a fazer. Porquê? Porque nós temos muito mais trabalho na produção, muito mais cuidado. As coisas estão mais tempo na terra, obrigam a mais tempo de cuidado. Demoram mais tempo a crescer, é natural. Depois, temos o ‘amigo’ do convencional, os herbicidas, que matam as ervas e deixam as plantas. Quando se faz um tratamento com herbicidas, as alfaces ficam lindas e maravilhosas e não há uma erva à sua volta, mas deixa resíduos, como é óbvio. Nós temos de montar, quer dizer, tirar as ervas todas à mão ou mecanicamente. 

Integrall: Ética e transparência são palavra de ordem aqui na vossa empresa? 

Luísa Almeida: Sim. Ética é uma palavra rara. Às vezes, as pessoas falam pouco dela – e para nós, é uma palavra essencial – transparência ainda se usa muito e, cada vez mais, para falar de coisas que são cada vez mais opacas, mas de ética já nem se fala, é uma coisa difícil e manter uma empresa com regras de ética incontornáveis não é fácil. 

Integrall: A Luísa resistiu a trabalhar com o seu pai, mas trabalha com os seus filhos. Foi difícil convencê-los? 

Luísa Almeida: É difícil trabalharmos juntos e por isso é que eu estou a tentar sair para ficarem eles. Eu também não consegui trabalhar com o meu pai. Nós estamos a trabalhar juntos, mas acho que está na hora de eu começar a pensar em sair para eles poderem assumir.

DR

Integrall: O Dia Aberto deste ano estava cheio. Há quanto tempo é que o fazem?

Luísa Almeida: Desde sempre.

Integrall: Há cada vez mais pessoas a vir ao Dia Aberto? 

Luísa Almeida: Sim. 

Integrall: Essas pessoas já são vossas clientes? 

Luísa Almeida: Há muita gente que não é cliente e vem conhecer. Normalmente, não há acesso a uma quinta. Há quintas pedagógicas, que são uma coisa completamente diferente. As pessoas não têm acesso a uma quinta de produção. Para nós é o dia-a-dia, mas para a maioria das pessoas não é um sítio visitável. Portanto, faz todo o sentido abrir as portas. 

Integrall: As pessoas podem visitar a quinta durante o ano?

Luísa Almeida: Sim, podem fazer a visita sozinhas ou guiada, com marcação. 

Integrall: A Quinta do Arneiro também tem workshops? 

Luísa Almeida: Não temos tido, mas estamos a preparar workshops regulares, a partir de setembro. 

Integrall: As pessoas podem vir comprar aqui à mercearia da Quinta do Arneiro, mas também entregam cabazes em casa, semanalmente, que podem ser personalizados?

Luísa Almeida: Sim, distribuímos na Grande Lisboa.

Integrall: Qual é o preço dos cabazes? 

Luísa Almeida: O mínimo custa 30 euros.

Integrall: Quantos clientes têm actualmente? 

Luísa Almeida: Devemos ter cerca de 2000 clientes activos. 

“Ganha-se em saúde e se não for nossa é a do planeta. Isto é nosso, estamos aqui só de passagem”

Integrall: Do feedback que vai recebendo dos seus clientes, que mudaram de uma alimentação convencional para produtos biológicos, que diferenças é que é que sentem?

Luísa Almeida: Que há muito mais sabor nos alimentos, mas não é o mais importante. O mais importante é que se ganha em saúde, e se não for nossa, é em saúde do planeta. Isto é nosso, estamos aqui só de passagem e abusamos um bocadinho.

Integrall: Não há planeta B, como se costuma dizer.

 Luísa Almeida: Sim, e não é para nós. É o mesmo que eu encostar o meu carro e partirem-mo todo. Eu não ia querer. Provavelmente ia arranjar forma de a pessoa pagar pelo arranjo.

 

Tags: agricultura biológicaalimentação biológicaalimentação saudávelalimentos biológicosAzueiraBiológicosLuísa AlmeidaMafraprodutos biológicosquinta de produtos biológicosQuinta do Arneirosem químicoszero químicos

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