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Home Desenvolvimento Pessoal

“Espiritualidade na matéria é ter ligação à consciência interior e resolver as nossas questões neste planeta onde vivemos”

by Sandra Xavier
Outubro 2, 2025
in Desenvolvimento Pessoal
DR

DR

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Depois de anos no mundo corporativo, Luís Martins Simões deixou de lado as licenciaturas em Gestão e Economia e as empresas onde trabalhava para criar a Escola da Espiritualidade na Matéria (EEM).
Especialista em inteligência interpessoal e intrapessoal, ensina os seus alunos a ler os sinais da vida, a seguir a intuição e a “Criar Outra Vida”, com vontade suave, trabalho, boa-disposição e sobretudo, sem esforço.
Tem vários livros publicados, entre eles, “O teu corpo não mente”, sobre as causas emocionais das doenças.

 Integrall: O que é a Escola da Espiritualidade na Matéria?

Luís Martins Simões: A Escola da Espiritualidade na Matéria (EEM) é uma escola, como a palavra indica, onde se aprende a viver a matéria a partir da espiritualidade. A maior parte das pessoas procura resolver os problemas da matéria a partir da matéria, o que não é uma grande ideia, porque a matéria é efeito de alguma coisa e trabalhar nos efeitos não é uma coisa inteligente, mais vale ir às causas. As causas de tudo o que acontece na matéria vêm da espiritualidade e, por isso, a Escola da Espiritualidade na Matéria basicamente ensina as pessoas a tratar as causas daquilo que acontece na matéria, a partir da espiritualidade, porque é nessa espiritualidade que existem as causas e, portanto, o fundamento, a função, a fonte de tudo o que acontece na matéria.

 Integrall: Quando dizes na matéria, é na vida das pessoas?

Luís Martins Simões: É na vida das pessoas, exatamente, é na vida aqui no planeta. É uma escola que funciona por fins de semana: no primeiro ano, são nove fins de semana e no segundo ano, são oito. Ao todo, são 17 fins de semana em dois anos.

Integrall: Espiritualidade nada tem a ver com religião?

Luís Martins Simões:
Não. É verdade que, na origem, a palavra espiritualidade e a palavra religião deveriam ser a mesma coisa, porque religião vem do latim religare, que é voltar a ligar e a espiritualidade tem a ver com a ligação à consciência interior e, portanto, teoricamente, deveriam ser a mesma coisa – todas as religiões no planeta são fundamentadas na mesma espiritualidade. O problema é que, a partir de uma certa altura, as pessoas começaram a dar-lhes alguma formatação e essas religiões tornam-se, não tanto numa ligação, numa capacidade de religar ao espírito, mas mais numa obediência a um certo tipo de normas, de comportamentos que é preciso ter para poder seguir essa religião e aí dá-se o divórcio entre a religião e a espiritualidade.

“Não interessa a espiritualidade sem estar ligada ao planeta (…) e também não interessa a matéria sem espiritualidade”

 Integrall: Como e porque é que tu escolheste o nome para a escola?

 Luís Martins Simões: Há pessoas que vivem a espiritualidade desligada da matéria, por exemplo, aquelas que vão ao culto todos os sábados ou todos os domingos e vivem a teoria, mas depois não se lhes vê aplicabilidade na prática do dia-a-dia e há outras que vivem sem espiritualidade nenhuma, só vivem na matéria, na matéria pela matéria, no materialismo, que é algo que também não consegue resolver a questão.

Então, não interessa a espiritualidade sem estar ligada ao planeta – encarnámos no planeta para vivermos aqui na matéria -, e também não interessa a matéria sem espiritualidade, porque não se consegue ir às causas do que acontece. Assim, espiritualidade na matéria é, precisamente, aquilo que é preciso: conseguir ter essa capacidade de ligação à consciência interior e, ao mesmo tempo, resolver as minhas questões aqui neste planeta onde vivemos.

Integrall: Há quanto tempo é que surgiu esta escola e porquê?

Luís Martins Simões: A escola, organizada como está, surgiu em 2015.

Antes disso, desde 1997, eu já dava um curso de um fim de semana intensivo, que se chamava “Criar Outra Vida”. Na altura, eu tinha duas atividades: uma em que dava cursos ocasionais de fim de semana e outra em que trabalhava para empresas, mas que, em 2015, começou a decrescer e me permitiu mais disponibilidade para trabalhar mais com a espiritualidade. Então, passei a fazer uma coisa muito mais intensiva e aí nasceu a Escola da Espiritualidade na Matéria.

Intregrall: O curso “Criar Outra Vida” agora faz parte da Escola da Espiritualidade na Matéria?

 Luís Martins Simões: Ele integra a Escola da Espiritualidade na Matéria e continua a existir, à parte, para pessoas que só querem participar nesse curso, porque se pode fazer os módulos a avulso.

“Essa matéria, que ocupa espaço e tempo, tem origem em fluxos invisíveis”

 Integrall: Como é que se cria outra vida?

Luís Martins Simões: É muito giro, porque nós identificamos muito aquilo que ocupa espaço e tempo, ou seja, a que chamamos de matéria, aquilo com que lidamos todos os dias, o que vemos, tocamos, sentimos através dos cinco sentidos. Identificamos esse mundo, mas não nos apercebemos, ou perdemos a noção de algo que já trazemos connosco, mas que esquecemos: é que aquilo que ocupa espaço e tempo tem origem em fluxos invisíveis, que estão por aí e que têm a capacidade de alterar a manifestação da matéria. Tudo o que vemos no planeta tem átomos. Por exemplo, se eu for ver os átomos, eles todos juntos dão moléculas, moléculas juntas dão células, células juntas dão organismos. Um átomo é 99,9999% de espaço vazio. O átomo são impulsos, fluxos em movimento. Então, se eu vir este corpo, que é um conjunto de átomos, de moléculas, de células, de tecidos, a aparência, a ilusão é que ele é denso e ocupa espaço e tempo, mas na realidade, por dentro, ele é oco, porque o átomo é oco – tem 99,9999% espaço vazio e só tem 0,000001% de matéria. Por isso, é absurdo eu estar a querer mudar a matéria a partir de 0,000001% quando tenho ao meu dispor 99,9999% de capacidade de trabalho com fluxos. O que são fluxos? São tudo aquilo que não se vê: pensamentos, ideias, emoções, intuição. Saint-Exupéry dizia: “o essencial é invisível aos olhos”. E, de facto, quando chegamos a um sítio qualquer, ocupamos a nossa visão, ou a nossa audição – mas sobretudo a visão -, com coisas que ocupam espaço e tempo, ou seja, que se veem, mas não nos apercebemos de que, no espaço a que chamamos vazio, está tudo cheio de informação. Aliás, se tivéssemos capacidade de ver toda a informação que existe nesse espaço, a que chamamos vazio, virávamos doidos, porque aquilo está cheio de informação e é essa informação, esses fluxos, que altera a matéria.

“Qualquer um pode criar a vida que quiser, mas nem sempre consegue”

 Intregrall: Qualquer um pode criar a vida que quiser?

Luís Martins Simões: Qualquer um pode criar a vida que quiser, mas nem sempre consegue, porque a dificuldade está no facto de nos identificarmos ao mundo da matéria e do objeto, ou seja, daquilo que se vê e que ocupa espaço e tempo e como temos muitas crenças e fortes, acabamos por ter muita dificuldade em libertarmo-nos delas, de hábitos, modos de ver o mundo e passar para o mundo da espiritualidade.
O que é que as pessoas fazem? Agarram-se ao mundo da matéria, criam uma quantidade de emoções – como o medo, a zanga, a tristeza, a mágoa- que as bloqueiam e que lhes retiram a liberdade, por isso, não conseguem aceder ao mundo dos fluxos. Toda a gente tem essa possibilidade, mas poucos sabem fazê-lo.

“Se eu estiver ligado ao espírito, à consciência interior, à capacidade de receber esse timing, eu sei, a cada momento, quando devo decidir ou deixar andar”

Integrall: Tu ensinas que devemos fluir na vida e que isso pode ser deixar andar uma situação ou tomar uma decisão. Como é que nós sabemos em que momento devemos deixar andar e em que momento é que devemos tomar uma decisão?

Luís Martins Simões: É relativamente simples.
Se eu estiver identificado ao mundo da matéria, das coisas, por exemplo, casa, carro, trabalho, dinheiro, relações, a dificuldade é que eu nunca tenho o timing certo, eu nunca sei quando é que devo decidir e quando é que devo deixar andar uma situação. Mas, se eu me ligar ao mundo dos fluxos, consigo receber os sinais claros, aquilo que se chama a intuição. O que é? É, no momento certo, no sítio certo, eu saber aquilo que devo fazer e esse sincronismo – é disso que se trata-, existe no mundo dos fluxos, não existe no mundo da matéria.

Sempre que, na matéria, há aquilo a que chamamos uma coincidência, ou seja, dois objetos ou duas pessoas que incidem ao mesmo tempo no mesmo sítio, tem por detrás um sincronismo, que é orquestrado pelo mundo do espírito e dos fluxos, mas, eu me identificar ao mundo da matéria, acho que isso são coincidências – até se costuma dizer que uma coincidência é um acaso-, mas, se eu estiver mais ligado ao mundo dos fluxos, do espírito, percebo que é resultado dos sincronismos. Já se eu estiver ligado ao espírito, à consciência interior, à capacidade de receber esse timing, eu sei, a cada momento, quando devo, por exemplo, como tu disseste, decidir ou deixar correr.

Integrall: Quais são os sinais?

 Luís Martins Simões: Não sei quais são, porque os sinais são muitos. Há sinais sobre parar, avançar, estar quieto, largar uma empresa, largar uma relação, começar uma relação, começar um negócio. Há sinais para tudo: um problema na casa é um sinal, um problema no carro é um sinal, um problema relacional é um sinal, mas, normalmente, os sinais são na matéria e no corpo.

Integrall: Os sinais são muito concretos?

Luís Martins Simões:
São extremamente concretos.

 Integrall: Um exemplo?

Luís Martins Simões
: Por exemplo, eu tenho um problema contigo e tenho dúvidas sobre se devo ir falar contigo ou não. Tiro o carro do parque de estacionamento, chego a um cruzamento e diante de mim está um mupi, que diz: “vá em frente” – e o caminho para ir ter contigo era em frente, ou seja, aquilo é um sinal para eu continuar em frente e para ir falar contigo. Este tipo de sincronismos existe.

“Há momentos em que nós temos sinais claros de que as coisas não estão a funcionar e que é melhor largar aquilo e fazer outra coisa”

Integrall: Tu defendes que outra forma de alguém perceber os sinais é ver aquilo que funciona e aquilo que não funciona na vida.

Luís Martins Simões:
Fazes muito bem em dizer isso porque, de facto, os sinais são muito claros. Há momentos em que nós temos sinais claros de que as coisas não estão a funcionar e que é melhor largar aquilo e fazer outra coisa. Mas, muitas vezes, esses são os sinais mais difíceis para as pessoas, pois podem implicar aceitar que há um fim do ciclo a manifestar-se, que precisam de largar uma coisa para começar outra – algo que é muito difícil, pelo menos, na nossa cultura portuguesa. O fim do ciclo é um trauma e um drama. O fim do ciclo pode ser uma separação, um divórcio, deixar de ter dinheiro, deixar de ter aquela casa, aquele carro, aquele trabalho, aquele modo de vida. É um drama. No entanto, a evolução implica passar para um estado diferente e eu só passo para um estado diferente, se terminar o ciclo anterior e começar um novo.

Integrall: O que tu estás a querer dizer é que deixar desabar as formas na nossa vida pode ser perder o emprego a relação, ter uma doença. Mas isso é difícil de aceitar quando se está a viver uma crise?

 Luís Martins Simões: É verdade que é difícil de aceitar. Porquê? Exatamente porque o olhar que a pessoa tem sobre isso, como tu disseste, é uma crise e pode incluir uma crença que diz que isso é péssimo, um drama. Mas a pessoa pode ter um olhar muito diferente, que é: “terminou um ciclo, vou fazer a experiência de um novo ciclo, vou evoluir”.

“O mundo do espírito não se rege por crenças, rege-se pela verdade do momento”

 Integrall: Para muitas pessoas terminar uma relação é sinal de fracasso?

Luís Martins Simões: É essa a crença que elas têm nas relações e no trabalho, porque se sentem inúteis, desmotivadas, magoadas, manipuladas, manietadas. Todas essas crenças têm a ver com o facto de estarem desligadas do mundo da espiritualidade e de darem importância ao mundo da matéria, porque o mundo da matéria rege-se por crenças. O mundo do espírito não, rege-se pela verdade do momento. No mundo da espiritualidade, aprendemos a viver por momentos, e, portanto, sabemos, naquele momento, se devemos estar ali ou não. Na matéria, não é por momentos. Por exemplo, sou um empregado de uma empresa e quero ficar ali ad aeternum, mesmo que não esteja a funcionar – quero um emprego para a vida-, o que é um disparate completo do ponto de vista da evolução, porque ninguém consegue evoluir assim. Pode haver exceções, mas a maior parte das vezes, não. É um disparate completo, porque a pessoa deixa de evoluir – para evoluir, ela precisa de ir para outro sítio qualquer.

“Não se muda crenças, deixa-se cair crenças”

 Integrall: As pessoas têm tendência a resistir à mudança, mesmo quando a sua vida não está a funcionar?

Luís Martins Simões: Claramente. Muitas vezes até, quanto menos a vida delas funciona, mais se agarram a uma espécie de condição extremamente auto-satisfatória, que é a de vítima. Não há maior auto-satisfação do que a de vítima. Então, está tudo a funcionar mal, mas a pessoa torna-se uma vítima, tem uma pena terrível de si, sente que ninguém gosta de si, que o mundo é injusto, que Deus não existe e enterra-se cada vez mais nas suas crenças, não conseguindo libertar-se para o mundo fluxo e para aquilo que, de facto, lhe resolveria a sua situação.

Integrall: Como é que se muda uma crença?

Luís Martins Simões: Estamos perante uma questão de semântica, de linguagem. Não se muda crenças, deixa-se cair crenças, porque se se muda uma crença e se cria outra, fica-se no mundo das crenças. Como é que se deixa cair uma crença? Quando nos apercebemos que, afinal, ela não é fundamentada em nada de empírico. O que é o empirismo? É a constatação e a observação – que são, aliás, o princípio da ciência. A constatação e a observação deram lugar à teorização e aos dogmas. E o que é uma teorização e um dogma? É uma crença. O que é voltar o empirismo do aqui e agora? É deixar ir as crenças. E, portanto, o engraçado é: uma pessoa foi despedida e isso para ela é um drama, é uma crença, porque ainda não sabe o que lhe vai acontecer, mas já tem uma bagagem do passado de ouvir outras pessoas que já foram despedidas. Então, a pessoa não lida com o presente, que é a nova situação de estar sem trabalho, porque está ainda a lidar com todos os programas que trazia do passado e que são todas as suas crenças.

O que ela precisa é de libertar-se dessas crenças para conseguir perceber que o momento em que perdeu aquele trabalho, se calhar, é um momento de uma evolução extraordinária. Só que, para fazer isso, precisa deixar cair esse passado, essa base de dados que traz e que, normalmente, não é muito positiva.

“A dificuldade da sociedade atual é que confunde trabalho com esforço”

 Integrall: Tu és contra o esforço. Como é que se segue o caminho do menor esforço?

Luís Martins Simões: Sou contra o esforço e a favor do trabalho. A diferença está em que o trabalho é quando eu desenvolvo uma atividade que permite melhorar um dos meus talentos, o esforço é quando eu desenvolvo uma atividade que não me leva a lado nenhum, em que eu trabalho, trabalho, trabalho, ou melhor, em que eu me ativo, ativo, ativo para ver se melhora e nunca melhora. Portanto, não é uma grande ideia eu continuar em esforço. Mais vale eu perceber onde é que tenho talento e onde é que devo trabalhar para ter talento, em vez de andar a esforçar-me em coisas que nunca produzirão resultados, que só me vão consumir tempo e motivação e, por isso, nesse caso, sou contra o esforço. A dificuldade da sociedade atual é que confunde trabalho com esforço.

O caminho do menor esforço é aquele em que eu entrego as decisões ao mundo dos fluxos e da espiritualidade. Voltando ao meu exemplo: se uma pessoa está sem trabalho porque foi despedida, precisa de dar espaço a ouvir os sinais que vêm do mundo dos fluxos, da espiritualidade, do espírito e libertar-se das crenças. Nessa altura, vai conseguir trabalhar sem esforço, porque é empurrada, literalmente, pela sua consciência interior. Se se agarra a crenças e ao passado, vive num caminho de esforço gigantesco.

Se olharmos para o panorama das empresas portuguesas, há muitas que precisam de falir, mas estão quase todas em esforço. Precisam de falir porquê? Porque apenas consomem dinheiro, recursos, tempo e não produzem aquilo que deveriam produzir, são medíocres. Precisam de parar a sua atividade, mas isso, para as pessoas, é uma coisa impensável.

Integrall: Antes de teres a Escola da Espiritualidade na Matéria, trabalhaste no mundo corporativo, depois de ter licenciares em Gestão e Economia?

Luís Martins Simões: Eu, de facto, fiz duas licenciaturas fora de Portugal, depois trabalhei num banco e durante sete anos trabalhei para uma empresa suíça, especialista em formação para empresas e tornei-me diretor-geral dessa empresa em três países. Foi aí que aprendi muita coisa: dava formação, sobretudo, para Conselhos de Administração de outras empresas. Entretanto, criei a minha própria empresa, especializando-me, exclusivamente, em Conselhos de Administração, tendo viajado para o mundo inteiro. Ao todo, foram 38 anos a dar a formação ao Conselhos de Administração e a top management, em toda a Europa e um pouco, no mundo.

 Integrall: Trabalhaste no mundo cartesiano. Houve algum acontecimento na tua vida que tenha precipitado este caminho por onde enveredaste?

Luís Martins Simões: Quando comecei a entrar no mundo da espiritualidade, em 1993/1994, eu tinha largado a empresa na Suíça e passado a ser empresário, foi mais ou menos ao mesmo tempo. O que é que eu fiz? Comecei a pôr questões de espiritualidade, embora não muito manifestas, dentro dos cursos de liderança para topo e as pessoas gostavam muito. Até que, aos 33 anos, eu próprio senti que a linguagem que eu tinha para empresas já não se adequava a elas e eu estava cansado dessa linguagem, então, larguei-as, mas foi uma coisa que foi diminuindo muito, ligeiramente. Uma parte de mim gostava muito de estar no mundo corporativo, mas a outra parte queria falar de outras coisas, que eram muito mais espirituais e não me davam abertura para isso, por isso, larguei as empresas muito paulatinamente.

DR

Integrall: Onde é que foste aprender espiritualidade?

Luís Martins Simões: Andei pelo mundo, comecei com um curso em Espanha, depois fiz outro, em Paris, andei um bocado por todo o lado, fui a muitos workshops – muitos mesmo -, li muitos livros, vi muitas palestras, dei muitas consultas, e, portanto, fui juntando e criando o meu próprio know-how durante estes anos. Bebi de muitíssimas fontes.

Integrall: Crês que nada é por acaso e temos de passar por certas situações na vida?

 Luís Martins Simões: Absolutamente nada é por acaso, do meu ponto de vista. Eu não sei se são certas situações, mas temos de passar por várias situações na vida. Há certas situações que poderiam, seguramente, ser evitadas, porque elas mostram obsessão com a matéria, mas há outras que, provavelmente, nunca poderiam ser evitadas, porque mostram evolução para ligação à consciência e, portanto, temos sempre de passar por algumas provações.

 “Eu, como ego, como pessoa, como personalidade, não tenho livre-arbítrio porque eu não sei o que é que é bom para mim. O espírito sabe o que é bom para mim”

 Integrall: Há destino ou há livre-arbítrio?

Luís Martins Simões: Livre-arbítrio não há. Nós vivemos num planeta em que as pessoas não têm livre-arbítrio, têm a ilusão de escolha, mas não têm livre-arbítrio. Para eu ter livre-arbítrio, preciso me ligar à consciência superior, preciso me ligar ao espírito – esse, sim, tem livre-arbítrio. Porque é que eu não tenho livre-arbítrio? Eu, como ego, como pessoa, como personalidade, não tenho livre-arbítrio porque eu não sei o que é que é bom para mim. O espírito sabe o que é bom para mim e, portanto, o espírito tem livre-arbítrio, eu não tenho. É verdade que eu tenho possibilidade de escolha, mas é uma escolha para, na maior parte das vezes, eu me deixar desviar por objetivos, sonhos e metas que tenho no mundo da matéria mas, que, afinal de contas, não eram para mim. São escolhas do ego e essas, sim, são as tais que, às vezes, me fazem cair em situações que poderiam ter sido evitadas, não fosse eu estar tão identificado a esse ego.

Mas há outras situações que, sim, é impossível evitá-las porque eu precisava mergulhar nelas para que a evolução se desse. E, nesse caso, não é destino, é processo evolutivo.

“Eu tenho um relacionamento que tem a função de fazer-me crescer. Se deixei de crescer nesse relacionamento, eu preciso de seguir”

Integrall: Tudo na vida tem uma função?

Luís Martins Simões: Tudo tem uma função. Nada acontece sem função. Aliás, é muito engraçado porque, quando estamos a falar com miúdos pequenos, a primeira coisa que eles perguntam quando aprendem algo é: “para que serve?” A maior parte das coisas que nós vemos na matéria não funciona ou não tem função. Nas empresas, em 50% dos casos, vão dizer: “porque sempre se fez assim”. Mas para quê? Qual é a função? Mais uma crença. Então, infelizmente, a maior parte das coisas não tem função. Se não têm função, têm de morrer. Sem função quer dizer defunto. Então, a maior parte dos ciclos das pessoas já estão defuntos, já não têm função, mas pessoas agarram-se a eles porque têm medo de iniciar novos ciclos e, por isso, não deixam acabar as coisas que já não têm função. Por exemplo, eu tenho um relacionamento que tem a função de fazer-me crescer. Se deixei de crescer nesse relacionamento, eu preciso de seguir, porque se eu continuar, já não tem função.

A maior parte das coisas que se fazem na nossa matéria, no nosso planeta, não têm função, representam desperdício, falta de resultados e desvio. A pessoa não está no rumo certo, mas, o que é interessante é que as pessoas regem as suas vidas pelo que está certo e errado e não pelo que funciona ou não funciona e o problema é fazerem oposição entre o paradigma certo/errado contra o paradigma funciona/não funciona. E o que é preciso é largar o certo/errado, porque basicamente não existe, é completamente subjetivo e faz parte do passado, faz parte de crenças. A funcionalidade encontra-se no presente. Neste momento eu estou a fazer uma coisa e pergunto-me: funciona ou não funciona?” Se não funciona, tenho de largar e fazer outra coisa”.

Integrall: Como é que explicas a função de uma doença grave?

Luís Martins Simões: A função de uma doença grave é algo que fui aprendendo ao longo dos anos, com as pesquisas que fui fazendo e explica-se facilmente porque o órgão tem uma função. Se o órgão tem uma função e deixa de funcionar, quer dizer que ele perdeu a sua funcionalidade. Então, há um sincronismo entre essa falta de funcionalidade do corpo e a falta de funcionalidade na minha vida. Se eu impedi a funcionalidade do meu fígado, preciso perceber o que é que, na minha vida, está a impedir a funcionalidade do meu fígado e essa é a função do meu problema físico. Se, por exemplo, tenho um problema de rins quer dizer que tenho um problema relacional, por hipótese. Para que é que eu tenho um problema de rins? Para eu olhar para mim e para os meus problemas relacionais. Se eu não tivesse problema de rins, eu nunca olharia para os meus problemas relacionais. Se tenho problema numa orelha, é para olhar para qualquer coisa que eu não ouço das pessoas – não quero ouvir, tenho sempre o ouvido tapado. Para que é que eu atraí este sintoma no ouvido? O ouvido perdeu a sua funcionalidade. Porquê? Porque eu deixei de ouvir as pessoas. É tão simples quanto isto. O paralelismo entre a função do corpo, dos órgãos e a função que eu inibi na minha vida estão ligadas. Há uma correlação total e portanto, é muito simples olhar para alguém e dizer: esta pessoa tem um problema na próstata. O que é que a próstata está a querer dizer? Está-lhe a querer dizer que se sente inútil na vida.

Integrall: Se a pessoa tomar consciência disso, pode curar a doença?

Luís Martins Simões: Pode. Não quer dizer que o consiga, mas pode, porque tudo pode ser curado. Não quer dizer que saiba curar tudo.

Integrall: Os comportamentos são originados por emoções?

Luís Martins Simões: Normalmente são e essas emoções são originadas por pensamentos, esses pensamentos são originados por crenças e, no fim de contas, tudo vai bater à crença outra vez.

“Consciência interior é sinónimo de ligação ao espírito e um dos caminhos de ligação ao espírito é através da intuição”

 Integrall: Tu trabalhas com energia subtil e defendes que nós devemos viver de dentro para fora, de acordo com a nossa consciência interior. Consciência interior é sinónimo de intuição?

Luís Martins Simões: Consciência interior é sinónimo de ligação ao espírito e um dos caminhos de ligação ao espírito é através da intuição, mas pode haver mais. Aquilo que conhecemos neste planeta é, sobretudo, através da intuição, mas podemos ter a ligação ao espírito através de guias, de outras entidades espirituais – para isso, precisamos sempre do processo intuitivo e extrassensorial. Temos sempre essa possibilidade.

Integrall: Toda a gente tem acesso à intuição?

Luís Martins Simões: Toda a gente tem acesso à intuição, só que a maior parte das pessoas prefere, de longe, o raciocínio e eles excluem-se mutuamente. Se eu pensar muito, se atender muito ao raciocínio, se eu for muito cartesiano, eu nunca capto a intuição, nunca falo com guias, não recebo informações, nem sinais. Se eu deixar de ser tão cartesiano, aí tenho capacidade para receber um processo mais intuitivo e a capacidade de ligação aos sinais e ao espírito.

Integrall: Mesmo os homens? Existe a crença que os homens não têm intuição, que é uma coisa das mulheres.

Luís Martins Simões: É um disparate completo, porque toda a gente é intuitiva, embora hoje em dia as mulheres não sejam nada intuitivas. Este processo é muito interessante. Antigamente, as mulheres eram intuitivas porque estavam em casa e não trabalhavam e por isso, não se desviavam tanto para raciocínio, sendo profundamente intuitivas. Tinham muito mais apetência para receber tudo o que era extrassensorial, tudo o que era informação, tudo o que era ligação ao espírito.

A partir dos anos 70, em que as mulheres foram todas trabalhar, passaram a ser muito pouco intuitivas, aliás, são até muito menos do que os homens, porque estão extremamente focadas em querer ter tanto sucesso como os homens, que se tornaram ainda mais cartesianas do que eles e como tal, não recebem a intuição como deveriam receber.
Portanto, tanto homens como mulheres têm a capacidade de receber a intuição, mas quanto mais desenvolverem o raciocínio, menos conseguem recebê-la.

“Não há que alcançar nada. Não há que chegar a lado nenhum. Basta ficar, estar e receber e as coisas manifestam-se”

 Integrall: A intuição recebe-se, não se procura?

Luís Martins Simões: Exatamente, recebe-se, não se procura. Basicamente, a nossa vida é um caos quando andamos sempre à procura de coisas. Não há que alcançar nada. Não há que chegar a lado nenhum. Basta ficar, estar e receber e as coisas manifestam-se.

Integrall: Tu tomas as decisões na tua vida com base na intuição e não na razão?

Luís Martins Simões: É verdade.

Integrall: E também de acordo com os teus próprios ensinamentos, mesmo quando estás perante uma crise na vida?

Luís Martins Simões: Mesmo quando estou perante momentos na matéria que não se manifestam como eu gostaria. Eu não lhes chamo crise, mas momentos na matéria que não se manifestam como eu gostaria ou o meu ego gostaria que eles se manifestassem.

Integrall: E aceita-los?

Luís Martins Simões: Nesses momentos é importante a humildade da aceitação.

Integrall: Quantos alunos já passaram pela Escola da Espiritualidade na matéria?

Luís Martins Simões: Não sei. Eu diria cerca de 2000. São grupos pequenos. Nós não temos aqueles grupos de cem pessoas, duzentas pessoas, mil pessoas.

Integrall: Onde funciona a Escola da Espiritualidade na Matéria?

Luís Martins Simões: Em Sesimbra.

Integrall: Também tens um curso internacional?

Luís Martins Simões: Tenho um curso internacional. Esse não é um fim de semana por mês, são sete dias seguidos que se passam na Serra da Estrela, em inglês traduzido para português. É uma semana condensada.

Integrall: Quem quiser encontrar-te basta pesquisar no teu site?

 Luís Martins Simões: Sim, podem encontrar-me em: luismartinsimoes.com.

DR

Integrall: A que mudanças já assististe nos alunos que frequentaram a Escola da Espiritualidade da Matéria?

Luís Martins Simões: É muito interessante porque assisti a mudanças deles quase todos, em todas as áreas: relacionais, profissionais, na relação com o dinheiro – pessoas que chegaram ao curso sem dinheiro e quando o acabaram a sua situação financeira estava completamente diferente. Até hoje, eu diria que 90% das pessoas que participam na Escola da Espiritualidade na Matéria transformam muita coisa na vida delas. Acontece que algumas, quando largaram o curso, regrediram completamente, porque voltaram a identificar-se completamente à matéria e passaram a viver a vida com muito mais esforço. O que é difícil não é a transformação e a mudança, a criação de uma nova vida. O que é difícil é manter a vibração, a nova vibração que alcançaram e que lhes transformou a vida e essa vibração é um trabalho interior que se tem de fazer de dentro para fora. Se a pessoa começa a focar em outra vez, quando sai da escola, em alcançar metas, objetivos e querer fazer valer as suas crenças, imediatamente a sua vibração desce e a sua vida não se manifesta como gostaria.

Integrall: Por que é que achas que isso acontece?

Luís Martins Simões: Acontece porque as pessoas não fizeram o trabalho certo ou esquecem-se. Há muita gente que vai fazer cursos para dizer que tem mais um curso, mas não se entrega ao curso. Há uma história que eu conto, muito interessante. Uma vez, um aluno que vai ter com o mestre e diz: “mestre, mestre, eu já li tal livro inteiro. Já percorri esse livro todo. E o mestre diz-lhe: tu percorreste o livro ou deixaste-te percorrer por ele?”A maior parte das pessoas percorre o livro, não se deixa percorrer por ele. Então, quando se vai à Escola da Espiritualidade da Matéria, é preciso deixar desabar tudo aquilo que se tem como crenças, mas há certas pessoas que lá vão simplesmente para passear e que, afinal de contas, não mudam nada de especial. As pessoas que vêm à Escola da Espiritualidade podem mudar e criar uma nova vida? Podem. Não quer dizer que aconteça. Depende da sua energia e da sua vibração.

Integrall: O que é que se antevê para 2026, uma vez que é um ano em que se espera uma nova vibração?

Luís Martins Simões: Em 2026 e sobretudo, em 2027, o planeta vai ver mudanças que não aconteceram nos últimos 10 mil anos e portanto, a nível planetário, é uma coisa fortíssima do ponto de vista da vibração que vai acontecer, ou seja, com o homem consciente, com o ser humano consciente, o homo sapiens consciente, não teve nenhuma transição tão forte como a que vai acontecer em 2027, mas a humanidade não está preparada para apanhar esta onda. Portanto, vai haver uma grande parte que vai passar completamente ao lado dessa transformação e que vai ser arrastada para essa nova vibração.

Integrall: Queres deixar algum conselho?

Luís Martins Simões: Mais do que nunca, é bom as pessoas participarem na Escola da Espiritualidade na Matéria, porque vamos precisar da ligação a essa vibração.

Vai ser difícil para muita gente, porque a humanidade gosta do mundo como ele está, mesmo com guerras, porque não conhece outra coisa.

Então, se vier aí uma vibração nova, a grande maioria da humanidade não vai gostar nada dela. É uma vibração que vai trazer à tona a verdade do que se passou nos últimos 10 mil anos e em particular, nos últimos cinco – a maior parte das pessoas não vai querer saber.

Tags: COVCriar Outra VidaEscola da Espiritualidade na MatériaIntuiçãoLer os sinaisLuís Martins Simões

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