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Home Desenvolvimento Pessoal Astrologia

“A sincronicidade da vida com o cosmos tira-me o fôlego”

by Sandra Xavier
Setembro 18, 2025
in Astrologia, Desenvolvimento Pessoal
Créditos: Inês Henriques

Créditos: Inês Henriques

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Era uma pessoa materialista, até que, caiu, literalmente (e em sentido figurado), no chão, foi parar ao hospital e descobriu que tinha um cancro. Durante o internamento, começou a ler um livro sobre astrologia e hoje, Telma Gonçalves, mais conhecida como “Mana Grey” , tem 24 mil seguidores no instagram que, diariamente, leem os seus “spoilers” astrológicos. Rendeu-se aos céus e já não sabe viver sem ser guiada pelas estrelas.

Integrall: Estudaste Artes Plásticas e Design de Ambientes, mas a vida chamou-te para a Astrologia. Foi o cancro que tiveste aos 24 anos que te mudou a vida?

Telma Gonçalves: Sim, eu estava numa fase da minha vida em que eu não era feliz. Nada, nada, nada, nada. Estava tudo errado. Ainda não tinha terminado o curso, estava sozinha numa cidade, não encontrava emprego e houve até uma altura de imaturidade em que eu pedia a Deus para me levar daqui – estava mesmo triste. Um dia caí na rua, fui parar ao hospital e soube que tinha um cancro – recebi logo o diagnóstico. Era um tumor de 20 centímetros de diâmetro que tinha consumido o meu ovário. Foi um processo muito rápido, foram 23 dias – descobriram que estava tudo errado comigo, os meus órgãos estavam todos a falhar, estava com tuberculose, foi um drama muito grande.
O que aconteceu, nessa queda, foi que rebentei o meu tumor e os níveis das minhas análises dispararam. Os médicos achavam que eu estava muito mal, mas foram despistando, despistando e fiquei bem.

 Integrall: Nunca tinhas dado por nada?

Telma Gonçalves: Não. Eu era muito negligente comigo. Sentia dores e sabia que era alguma coisa grave, mas não queria ver, não queria mesmo ir ver.

Integrall: Como que é que o cancro te levou à astrologia?

Telma Gonçalves: Quando estava no hospital, a primeira coisa que eu pensei foi: “que alívio” – a sério-, porque fui obrigada a parar. Lembrei-me que a minha mãe sempre me disse que eu ia virar-me para a astrologia. Então, naquele momento fui perceber se o que me tinha acontecido estava no meu mapa, fiz o download de um livro da Anna Maria Costa Ribeiro, comecei a lê-lo e mudou a minha vida.

Integrall: Porque estavas tão infeliz?

Telma Gonçalves: Eu não queria sair das Caldas da Rainha porque ainda estava a terminar o meu curso de Design, mas não havia trabalho, não havia perspetivas de futuro, sentia-me encalhada.

Integrall: A tua mãe dizia-te que um dia ias virar-te para estes temas e tu já convivias com o tarot e com os signos desde pequena. Eras cética até teres o cancro ou simplesmente não querias saber desses assuntos?

Telma Gonçalves: A minha mãe fez o meu mapa astral quando eu tinha nove anos, e uma senhora disse-lhe que a filha se virar para o oculto, para a astrologia, para o tarot, só que isso era uma paixão da minha mãe – eu dizia-lhe que aquilo era uma coisa dela e não minha, para não empurrar para mim algo que era seu. Dizia-lhe que ia ser artista, viajar pelo mundo. No entanto, eu sei tarot e o básico dos signos desde muito cedo.

 “Eu estava a viver uma vida que não era a que eu deveria viver (…) Estava a mentir a mim mesma há muito tempo”

Créditos: Inês Henriques

 Integrall: O que é que o livro de astrologia despertou em ti?

 Telma Gonçalves: Apercebi-me que, mais importante do que saber se aquilo (o cancro) estava no meu mapa, era porque me estava a acontecer. E acho que sei porquê. Eu estava a viver uma vida que não era a vida que eu deveria viver, estava muito distante daquilo que eu deveria estar a fazer, além de que eu estava a mentir a mim mesma, há muito tempo, em muitos assuntos.

 “Cair numa cama doente foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido (…) não era uma doença, era um trânsito importante que me fez perceber que eu estava a faltar à verdade comigo”

Integrall: Em quê?

Telma Gonçalves: Na faculdade, nas relações. Eu vivia uma relação com uma menina e era escondida, era uma coisa que…

Integrall: Não assumias?

Telma Gonçalves: Assumia, mas foi um momento de rutura com muitas coisas que eu vivia e que não contava. Eu era muito virada para a matéria. Eu sempre achei que fosse uma pessoa com sorte e ainda hoje acho só que, nesse ano, a vida contrariou-me, porque era suposto mudar de direção e eu não estava a vê-lo. Cair numa cama doente foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido. Apesar de ter sido muito difícil a seguir, foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido. Ao ler aquele livro, percebi que havia uma missão para além do cancro – não era uma doença, era um trânsito importante que me fez perceber que eu estava a faltar à verdade comigo.

Integrall: Lembras-te qual era o trânsito que estavas a viver na altura?

Telma Gonçalves: Era um trânsito de Saturno em Escorpião, na minha casa 7, em quadratura ao meu stellium (conjunto de três ou quatro planetas num signo) em Aquário e em oposição ao meu ascendente em Touro, portanto, eu estava num processo de testar a minha resistência, a passar por um período de escassez, que me retirava da matéria, porque eu vivia para a matéria.

Integrall: Com quem e onde foste estudar?

Telma Gonçalves: A primeira coisa que eu vi foi aquele livro, depois descobri uns vídeos do Quiron (Centro Português de Astrologia) no Youtube e comecei a pesquisar. Eu seguia uma página no Instagram, que eu adoro, da Letícia Cocca e ela  tinha um curso básico de astrologia tradicional – fiz o curso de iniciação e o avançado -,  e em 2018, criei a minha página.  Mais tarde, entre 2021 e 2024, aprofundei os meus estudos no Centro de Investigação de Astrologia Tradicional “As Moiras”, na vertente da astrologia tradicional. Não fui tanto pelas influências do Quiron, que trabalha com uma astrologia esotérica.

Integrall: Qual é a diferença entre uma e outra?

 Telma Gonçalves: A astrologia tradicional lida com o teu destino aqui na terra e a do Quiron é muito mais da alma.

“A astrologia deu-me uma empatia e uma compaixão pelas pessoas que eu não tinha”

 Integrall: A tua vida ganhou outro entendimento depois de teres começado a estudar astrologia?

Telma Gonçalves: Sem dúvida, porque percebi muita coisa sobre mim. Fui estudar o meu mapa à lupa e perceber exatamente quem eu era, porque é que eu era assim, os meus dramas existenciais, porque é que eles existem, as minhas relações com as outras pessoas, as minhas relações com o dinheiro, as minhas relações com o trabalho, o que é que eu deveria estar a fazer no trabalho e também, a ver o mundo, simbolicamente – o que é incrível, porque distancia-nos um bocadinho da dor e isso é importante. Não quer dizer que não doa, mas consegue-se entender a vida de outra forma. A astrologia deu-me uma empatia e uma compaixão pelas pessoas que eu não tinha.

 

Créditos: Inês Henriques

Integrall: Há uma Telma antes e depois da astrologia?

 Telma Gonçalves: Sem dúvida, em todos os aspetos.

 Integrall: Em que momento é que decidiste criar a tua página de instagram, a Astrologia de Grey?

Telma Gonçalves: Passados quatro anos. Comecei a estudar, em 2014 e criei a página, em 2018. Quando estava no hospital a ler o livro da Anna Maria Costa Ribeiro, comecei, também, a ver a série “Anatomia de Grey” para ver se havia algum caso igual ao meu e, de facto, havia, no quarto episódio da primeira temporada. Foi muito interessante, porque, no dia 3 de maio de 2018, eu estava a ver a série e pensei: “Astrologia de Grey! Que excelente nome! Será que existe?” Não existia. Registei logo a página e o e-mail e só mais tarde, é que eu uni os pontos de que foi aquele episódio do cancro que me levou aonde eu estou hoje. Levou-me à astrologia, à Anatomia de Grey, que, mais tarde, me fez ter a epifania do nome da página.

Integrall: Como foi a reação das pessoas à tua página de spoilers astrológicos?

Telma Gonçalves: Primeiro de tudo, a página foi criada porque as minhas amigas estavam sempre a perguntar-me como é que estava o céu do dia, se era bom para isto, se era bom para aquilo e eu não tinha tempo para responder às mensagens uma a uma. Depois, comecei a criar o mood do dia: todos os dias olhava para o céu e dizia qual era a minha interpretação do momento. No início, deixa-me contar-te, criei uma personagem, a “Mana Grey”, para eu própria me assumir como astróloga, porque sentia alguma resistência e vergonha em assumir-me diretamente como astróloga.  A “Mana Grey” nasceu como uma mana divertida, cómica, que falava de astrologia de uma forma descomplicada e usava todas as referências pop, que são quem eu sou – eu sou millennial e tenho essas referências – e foi muito bem-recebida. Rapidamente, a página começou a crescer, a chamar a atenção de algumas pessoas com visibilidade, que me convidavam para fazer vídeos, podcasts e depois, desenvolveu-se ao ponto de ser o primeiro canal do meu trabalho.

Integrall: Quando é que passaste também a dar consultas de astrologia?

Telma Gonçalves: Só comecei a dar consultas de astrologia, em 2019, um ano depois de ter criado a página. Comecei a dar consultas, em minha casa, a amigos de amigos. Nunca dava consultas online. Depois, no início de 2019, publiquei as consultas no instagram e as pessoas começaram a marcar.

Integrall: Quantos seguidores tens atualmente?

Telma Gonçalves: 24 mil seguidores – um marco alcançado este mês.

Integrall: As pessoas estão mais curiosas e abertas em relação à astrologia ou ainda há muito preconceito?

 Telma Gonçalves: Eu observo que a astrologia veio mesmo para ficar. A astrologia simplesmente já faz parte das gerações que vieram a seguir a mim. Claro que existe ceticismo, principalmente, porque é um tema que não é levado a sério na televisão, ainda é um bocado gozado.

Integrall: É gozado por desconhecimento?

Telma Gonçalves: Sim, na minha opinião, sim. Claro que existem muitas páginas lúdicas, onde as coisas não são tão profundas, mas como diz o astrólogo Rick Levine, às vezes, essas páginas podem ser uma porta de entrada muito interessante. No entanto, há muito trabalho que é feito ainda de uma forma superficial e a astrologia acaba por cair no misticismo. A astrologia não é mística, é uma linguagem simbólica.

 “É tão bonito quando conseguimos perceber que o que estamos a viver pode ser lido (no céu) e pode ajudar a guiar-nos”

Créditos: Inês Henriques

 Integrall: No teu site, citas Dane Ruhdyar para dizer que: “a astrologia é uma linguagem. Se entendes a linguagem, o céu fala contigo”.

Telma Gonçalves: É muito difícil fazer escolhas quando não sabemos ou não as queremos fazer. E essa é a parte que me interessa: a do ser humano, a dos dramas do ser humano. Eu gosto disso. Mas a verdade é que, no céu, na linguagem simbólica, nós compreendemos o que está a acontecer, qual a decisão a tomar. O céu fala connosco dessa maneira. É tão bonito quando conseguimos perceber que o que estamos a viver pode ser lido (no céu) e pode ajudar a guiar-nos.

Integrall: Na tua visão, a astrologia é futurologia?

 Telma Gonçalves: Esse é um grande tema. Não, não é futurologia, mas é futurologia. A astrologia consegue dizer-nos muito sobre o nosso futuro, consegue mesmo, mas, apesar de eu saber algumas técnicas que mostram o futuro, gosto de pensar e de manter o próprio interesse da vida, a noção de que podemos colaborar com a vida, então, talvez, possamos também criar o nosso futuro.

 Integrall: Como é que se concilia a astrologia, que fala de previsões e o livre-arbítrio?

Telma Gonçalves: É difícil para mim de responder essa pergunta de forma sincera, até porque eu acho que o 80% das coisas estão escritas – e estou a ser simpática. Há momentos em que tu podes fazer escolhas e eu acho que esses momentos determinam muitas coisas. O mapa não vê a tua evolução espiritual –  vê o teu destino-, mas a tua evolução e a forma como tu o levas, é diferente. Então, eu acho que o teu livre-arbítrio é muito importante para te manter motivada na vida.

“Olho para o (meu) mapa para perceber o que me está a ser pedido e, às vezes, dói”

 Integrall: Uma vez que gostas de ser movida pela curiosidade, consultas o teu mapa? Como vives a astrologia na tua vida?

Telma Gonçalves: Eu recorro à astrologia (horária) de uma forma muito prática para encontrar coisas porque eu perco tudo e quando tenho momentos importantes na vida, olho para o mapa para perceber o que me está a ser pedido e, às vezes, dói – já cheguei a dizer para mim mesma: “vou resolver este assunto na próxima vida, por não ter coragem de enfrentar esse confronto, essa dor”. Gosto de saber, de antemão, o que é que vai acontecer para poder preparar-me e também, gosto de ver a minha revolução solar.

 Integrall: A revolução solar acontece no teu aniversário?

Telma Gonçalves: Sim, mas gosto de fazê-lo com outros astrólogos porque eu sou enviesada. Vou variando de astrólogo, pois gosto de ouvir diferentes perspectivas.

 “Só conseguimos levar as outras pessoas aonde nós fomos também”

 Integrall: A leitura do mapa depende muito dos olhos e da consciência do astrólogo?

 Telma Gonçalves: Sim, porque nós só conseguimos levar as outras pessoas aonde nós fomos também. Acho que foi por causa disso que, na altura, escolhi a astrologia mais tradicional – mundana, mais do dia-a-dia, mais terra-a-terra – em que me sinto mais próxima da vida quotidiana.

Integrall: Porque é que tu dizes que a astrologia não é científica “ainda”?

Telma Gonçalves: A astrologia é a arte da interpretação nos céus. Eu digo que ainda não é científica porque, para ela existir, vão arranjar maneira de a tornar científica – porque é matemática – quando os cépticos conseguirem perceber que é matemática, vão chamá-la de científica. E há uma coisa interessante na Ciência: ela só existe porque se fazem testes de “tentativa a erro”, que levam a comprovar as coisas, mas “ainda” não o fazem com a astrologia, só a julgam. Quando formos ver a última vez que um planeta esteve num determinado signo e o que é que ele trouxe, quando formos ver a penúltima vez que esse planeta esteve nesse signo e percebermos que resulta, talvez as coisas mudem, porque, de facto, a astrologia tem muita matemática.

 “A astronomia é o piano e a astrologia é a música que sai do piano”

 Integrall: Antigamente, os mapas astrais eram feitos à mão?

Telma Gonçalves: Eram feitos à mão e eram rigorosos – eram a astronomia e a astrologia juntas. Eu costumo dizer que a astronomia é o piano e a astrologia é a música que sai do piano. Estavam juntas, só que agora separaram-nas. Deviam juntá-las novamente. Ainda temos um passo a dar, porque a astrologia tira o livre-arbítrio, tira o homem do controle, aproxima-nos demasiado dos deuses. Talvez seja isso. É ainda difícil para os céticos.

Créditos: Inês Henriques

 Integrall: A astrologia devia ser ensinada nas escolas?

 Telma Gonçalves: Sem sombra de dúvidas.

Integrall: O que é que a sociedade tinha a ganhar com isso?

Telma Gonçalves: Pessoas felizes, a fazer aquilo que gostam e que deviam estar a fazer, empatia e compaixão pelos outros, porque conseguiam perceber que cada ser é único, pessoas a desenvolver os seus talentos de uma forma muito mais profunda, aproximação com o divino, melhoria de carácter, novas formas de ensinar, novas formas de aprender.

A partir do momento em que tens algo superior a guiar o mundo de que fazes parte, podes alinhar-te, sentir-te feliz e encaixada na realidade.

“Viemos aperfeiçoar o nosso carácter, aprender a sermos melhores, aprender lições, partilhar uns com os outros, evoluir o nosso caráter, desenvolver a nossa espiritualidade”

 Integrall: O que é que é um mapa astral?

 Telma Gonçalves: O mapa astral é um mapa que nos coloca em contacto com o nosso caminho de vida, que nos diz o que viemos aqui fazer, aquilo em que é que somos bons.

 Integrall: O que é que viemos cá fazer?

 Telma Gonçalves: Participar, viemos participar na criação da vida, aperfeiçoar o nosso caráter, aprender a sermos melhores, aprender lições, partilhar uns com os outros, evoluir o nosso caráter, desenvolver a nossa espiritualidade.

Integrall: O que mais te fascinou quando começaste a estudar astrologia?

Telma Gonçalves: O que mais me fascinou foi, literalmente, as coisas acontecerem como a astrologia nos mostra que acontecem. Fiquei muito impactada com o facto de notar que, quando um planeta muda ou faz alguma coisa no céu, o símbolo que ele representa na terra acontece. A sincronicidade da vida com o cosmos, tira-me o fôlego, faz-me ser muito humilde e muito privilegiada por conseguir perceber que a vida é muito mais do que isto.

 

Tags: Anna Maria Costa RibeiroAstrologiaAstrologia de Greyastrologia tradicionalastroscosmosMana Greymapa astralnews-secondarysincronicidadeTelma Gonçalves

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