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Home Desenvolvimento Pessoal Relacionamentos

Love Summit com casa cheia

by Sandra Xavier
Outubro 16, 2025
in Relacionamentos
Créditos: Instituto Eduardo Torgal

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

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“Obrigado pela escolha de estarem aqui. Hoje estamos a fazer história”. Foi com estas palavras que Eduardo Torgal, especialista em relacionamentos e eneagrama começou a primeira edição do “Love Summit”, que aconteceu a 4 e 5 de outubro, em Lisboa. Perante um auditório cheio, no Fórum Tecnológico de Lisboa, o organizador do evento lembrou que “na escola, faltou-nos olhar para nós, para o outro e nutrir relações que possam fazer-nos bem” e foi mais longe ao sublinhar que “o amor próprio é algo mais importante do que qualquer outro amor, é o que nos faz brilhar de modo a que o outro possa ver em nós esse brilho”.

Na abertura do “Love Summit, o especialista Eduardo Torgal colocou em palco uma planta, que viajou com ele e a esposa, durante três horas de carro, numa metáfora sobre relações a dois: “esta planta é um símbolo dos relacionamentos, que, por vezes, passam por momentos difíceis e que se deixa de regar, que se deixa de nutrir. Esta planta vai ficar aqui ao longo de todo o evento, mas vai ser cuidada, para vos lembrar de nutrir a vossa a flor interior”.

Eduardo Torgal terminou o discurso inaugural, dizendo que “por vezes, relacionamo-nos, a partir da nossa criança, mas que é preciso coragem para dar o primeiro passo, vulnerabilizarmo-nos e dizermos à outra pessoa que gostamos dela, mostrar quem somos de verdade”.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

O segredo dos casais emocionalmente inteligentes

Paulo Moreira reforçou a ideia, afirmando que “é o amor que nos une e que emoções bem treinadas dão origem a relações mais inteligentes”.
O especialista em inteligência emocional explicou exatamente o que significa o conceito – “reconhecer, entender e gerir as nossas emoções e as das outras pessoas” -, ressalvando, no entanto, que tal depende do contexto e que para o conseguir é preciso, primeiro, cada um reconhecer como está a cada momento e geri-lo”.
Junto com a companheira há 12 anos, Paulo Moreira adiantou que, numa relação amorosa ou de amizade, quando uma das pessoas diz que “não se passa nada” ou “faz o que quiseres”, essas frases “são uma armadilha”.
Paulo Moreia sublinhou que “as emoções são a coisa mais complicada à face da terra e que alteram a nossa perceção”. O especialista acrescentou que “as emoções são como as luzes de um painel de um carro: são informação e um guia da ação” reforçando que “as emoções não são problemas para resolver, mas sinais para interpretar”.
Paulo Moreira deixou alguns conselhos sobre como agir perante as emoções. Perante a raiva, é preciso “ouvir, validar e conversar”, quando surge a tristeza, “é para estar presente, ouvir, apoiar, mostrar carinho” e quando se está perante a alegria, é “para celebrar junto e reforçar o momento”.

Com um mestrado em Psicologia Cognitiva e Social, Paulo Moreira enumerou “os quatro cavaleiros do Apocalipse”, como os culpados por os relacionamentos não resultarem: a crítica, a defesa, o stonewalling –muro de pedra-, quando um dos elementos do casal não consegue reagir numa discussão e se desliga da situação e o desprezo, que “é o que mais prediz o divórcio”. O especialista apoiou-se na Ciência para alertar: “o problema não é quando um sinal ou outro aparecem, mas é quando vários sinais surgem frequentemente”. Para o evitar, defende que os casais devem socorrer-se de quatro fatores que ajudam a ter um relacionamento de qualidade: o momento certo, o lugar certo, a agenda, ou seja, qual a intenção em ter aquela conversa e a maneira de dizer as coisas”.
Para finalizar, Paulo Moreira destacou que “ há a ideia errada de que os casais felizes nunca discutem”, afirmando que “não é verdade”. O especialista confidenciou que o que distingue esses casais é que “têm a capacidade de reparar o dano” e que “a base é a comunicação”.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

Comunicação que cuida

Esse foi, de resto, o mote para a entrada em palco do carioca, mestre em Comunicação e Psicanálise, Augusto Uchoa, a viver em Portugal, há quatro anos e que começou com um aviso: “vou tocar em algumas feridas, mas também, vou expor-me, porque sou parte do processo. Erro imenso. Não é porque trabalho em comunicação que não falho.”
O especialista, de 48 anos, honrou a promessa, dizendo que foi casado durante sete anos, que integra grupos de psicanálise e que é ‘pai’ de um animal de estimação, confidenciando que” não tenho uma vida melhor do que a vossa, mas aceito os meus dilemas”.
Em linha com a palestra de Paulo Moreira, Uchoa afirmou que” a principal causa dos divórcios não é a traição, mas a falta de comunicação”, mas isso não invalida que “a vida não possa ser diferente”.
O especialista defende uma comunicação que cuida, uma comunicação para a saúde psíquica, mas para isso, é “preciso tirarmos o que está debaixo do tapete, senão vamos adoecer” e “reaprender a comunicar”, deixando várias perguntas à audiência: “quantas vezes saiu pleno, inteiro de uma discussão sobre relacionamentos? Qual o ciclo de comunicação que repete? De quem é a sua comunicação: é sua ou é importada da sociedade? Augusto Uchoa não deixou as perguntas sem resposta. Explicou que apenas oito por cento da comunicação é verbal, que passa por várias “portagens”, como manias ou traumas e que o desafio de comunicar inclui “o que eu penso, o que consigo colocar em palavras, o que eu digo e o que o outro realmente entende”.

Assim, para uma boa comunicação, “é preciso mudar a roupagem e adaptar-se ao interlocutor”, mas, acima de tudo, a solução passa pela “arte de fazer perguntas, pois mostram interesse genuíno sobre o outro, rompem o monólogo e trazem interação”, pela distinção entre debate e diálogo, sendo que o objetivo “não é quer vencer ou competir com o parceiro e sim, juntos crescerem na diferença” e principalmente, “ouvir atentamente, já que 55% da comunicação efetiva é ouvir” e porque “ouvir é o maior gesto de amor”.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

Decifrar pessoas para uma relação (mais) feliz

 Para Alexandre Monteiro, “o amor domina a nossa vida. Todos temos um tipo de amor diferente e mostramos a forma como querer amados.” Segundo o profiler e decifrador de pessoas, “o amor é um jogo de dar. O problema é que, quando damos o que o outro não quer ou não precisa, isso é igual a nada. Adoramos julgar o outro pela nossa cabeça”.

O especialista em comportamento humano explicou que “é preciso perguntar o que a pessoa precisa, investigar sobre ela” ou não tivesse ele aprendido com agentes do FBI e CIA. “Há pistas que estão à nossa frente e nós não as vemos”, sublinha, adiantando que aprender a decifrar pessoas “não é nada de esotérico, é simplesmente aproximarmo-nos da leitura dos seus pensamentos”.
Alexandre Monteiro ensinou à audiência pequenos sinais não verbais para a ajudar a ler os outros e agir, explicando que esses “sinais servem para ter uma relação ainda mais feliz”.

O especialista adiantou que, numa relação, “querer ter razão é um pedido de amor e que, em vez disso, é preciso compreender”. Acrescentou ainda que o silêncio também é uma forma de comunicar, mas alertou que “ele pode matar relações”.

Alexandre Monteiro partilhou com o público os quatro indicadores de uma boa relação, de acordo com o FBI – proximidade, frequência, duração, intensidade-, e adiantou que, “se as pessoas não tiverem o amor que querem, vão baixar estes indicadores todos e vão procurar o amor noutro lado”. Por isso, recordou, “o amor é todos os dias”.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

Parentalidade real com verdade, presença e imperfeição

Marta Rodrigues, fundadora da “All About Parenting“, em Portugal, casada e mãe de quatro filhos confirma. Trabalhou durante vários anos em jornalismo, até que a experiência da maternidade a confrontou com “um caos familiar” para o qual não estava preparada. Foi à procura de respostas, fez formações e mudou de vida.
No Love Summit, partilhou, com a audiência, o trabalho que desenvolve com os milhares de famílias que querem educar “com mais presença” e uma “parentalidade equilibrada” e ainda as rotinas familiares semanais, que ela e o marido, criaram com a participação dos filhos.

Por exemplo, para não se desautorizarem em frente das crianças, criaram o código: “queres que vá tirar-te um café?” Esta é a frase de alerta entre os dois para agirem e não reagirem nos momentos em que as coisas descambam.

Marta Rodrigues explicou que as crianças gostam de desafios, de planeamento antecipado, de organização e que o processo primário dos mais novos é a brincadeira, pelo que, defende que se deve “brincar com as tarefas” ou fazer as tarefas domésticas, brincando.
A especialista contou, também, como aprendeu a regular as suas emoções na relação com os filhos, realçando a importância da escuta e da existência de um “espaço para sentir antes de reagir” e defendeu que “quanto mais cedo se começa a usar linguagem emocional nas crianças, mais elas aprendem a nomear e a exteriorizar as suas emoções”.

Apesar dos desafios que o casal enfrentou depois da parentalidade, Marta Rodrigues afiançou “o amor que tínhamos não voltou, mas um novo nasceu: mais imperfeito, mais consciente, mais forte”, porque “amar depois dos filhos é diferente”.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

“Casais que crescem juntos prosperam”

Não é só Marta Rodrigues e o marido que têm uma rotina familiar semanal. Eduardo Torgal e Joana Carvalho Costa também. “Temos projetos em conjunto e individuais e somos pais”, referiram quando subiram ao palco e além disso, “casais que crescem juntos prosperam”.
Para os organizadores do “Love Summit”, “é fácil não cuidar da relação e isso refletir-se no negócio e vice-versa” e o problema é que “casais e negócios colapsam quando o amor acaba. Nós não somos divisíveis”, salientou o especialista em relacionamentos, adiantando que: “quando não estamos bem numa relação isso impacta muito o negócio porque aquela não é uma pessoa qualquer, é a nossa esposa”.
Por isso, a par do ritual dominical que adotaram e a que chamaram “os 18 minutos que salvam meses de desgaste”, Eduardo e Joana partilharam com o público os “nove ativadores dos casais que empreendem em conjunto”, como visão partilhada, dar feedback ao parceiro sem o ferir e sem medo de se vulnerabilizar, superação de crises lado a lado, paixão contagiante, confiança total, equilíbrio dinâmico, criatividade conjunta, impacto expandido e energia contagiante. Este é, de resto, um tema que o casal desenvolve no “Master em Relacionamentos”, um dos vários cursos disponíveis no Instituto Eduardo Torgal.

Créditos: Instituto Eduardo Torgal

Amor, paixão ou desejo?

 O primeiro dia do “Love Summit” terminou com “amor, paixão, desejo” e muito humor, pela psicóloga e especialista em terapia de casal e sexualidade clínica, Susana Dias Ramos.
De uma forma leve, divertida, mas séria e sempre suportada na Cência, aquela que é uma das terapeutas mais conhecidas do país, partilhou conceitos e deixou perguntas inquietantes. “É possível sentir amor, paixão e desejo pela mesma pessoa a vida inteira?”, “Acreditam que o amor romântico que nos vendem é possível?”, “A monogamia é possível?”, “É possível manter uma relação por 20 anos sem prejuízo do desejo e da paixão?” foram, apenas, algumas das muitas interrogações que fez ao público.

A frase “panados com pão” pautou toda a palestra, numa alusão às relações de longa duração, das quais Susana Dias Ramos é defensora.
O tom bem-disposto que caracteriza a autora do podcast “100 Tabus” não invalidou, contudo, que explicasse que “nem sempre o amor, a paixão e o desejo estão reunidos na mesma pessoa, acontecem ao mesmo tempo ou estão direcionados na mesma situação” porque eles “não se organizam sequer com as mesmas hormonas”. Aliás, são elas as “culpadas” por, às vezes, uma pessoa “não desejar o seu parceiro. Só se consegue manter um nível elevado de desejo durante 18 meses. Ao fim desse período, o organismo não consegue suportar esse mesmo nível”.
Não se pense, contudo, que as hormonas são as únicas culpadas pela falta de desejo. Elas apenas explicam uma parte da equação. A psicoterapeuta explica o resto: “é muito raro termos um problema de desejo. Temos é um problema de relação.”  Mas também esse tem solução, apesar de “a sociedade pedir exclusividade e o cérebro pedir variedade”. A resposta está na “exclusividade emocional” e é ela que justifica que os casais escolham manter-se num relacionamento longo. Para esses, Susana Dias Ramos lembrou que: “o amor não pede perfeição, pede movimento, realidade, brincadeira” e por isso, “vocês têm em casa os panados com pão, mas vocês também são um panado com pão. É preciso pôr-lhes mostarda, ketchup”. Para todos os outros, num relacionamento, ou não, a psicóloga recordou que “, amor é chão, paixão é voo e desejo é fogo”.
Foi com “a dança dos três”, como lhes chamou a especialista, que terminou o primeiro de dois dias de “Love Summit”.
O segundo dia ficou a cargo do “rico casal”, Catarina Inácio e Raffik Baldé, que ensinaram a “cuidar do dinheiro sem perder o amor”, de Eduardo Torgal, que falou da “Ciência do Amor Consciente” e da psicóloga e sexóloga, Sara Malcato, que abordou o tema “Orientação sexual e identidade”.
O amor volta a subir ao palco do Fórum Tecnológico de Lisboa nos dias 10 e 11 de outubro de 2026.

Casados e solteiros satisfeitos com o “Love Summit”

O casal Ana Rego, de 54 anos e Nuno Ferreira, de 68 anos, foram ao “Love Summit” para “aprender sobre relacionamentos, porque mesmo “apesar de eu já não ser muito novo, temos sempre espaço para crescer e aprender, no fundo, melhorarmos como pessoas”, refere o marido. Para ambos, o evento foi “surpreendente”. Quanto aos palestrantes, “são pessoas formadas e informadas e que, de facto, conseguiram interagir e motivar o público”.
A mensagem que levam enquanto casal é que “temos feito um caminho maravilhoso, porque também somos muito abertos e muito recetivos. Levamos daqui uma experiência ótima e que vai ser muito boa na nossa evolução enquanto casal”.

Aprender (mais) sobre relacionamentos

Já Ariana Rego, de 48 anos e numa relação há 21 anos, não trouxe o marido, mas foi ao evento para “aprender mais sobre relacionamentos, sobre a minha relação amorosa e sobre os meus relacionamentos com os meus filhos, com a minha mãe, com os meus amigos”. Ao mesmo tempo, sente-se “inspirada pelo trabalho do Eduardo Torgal, da Susana Dias Ramos e de outros oradores e que me têm ensinado muito”.
O que é que mais a marcou no “Love Summit” foi “acima de tudo, “perceber que, apesar de eu achar que já estou muito evoluída, ainda há muita coisa que tenho de trabalhar, como por exemplo, o facto de ver que ainda sou muito crítica comigo, mas quem está ao meu lado leva exatamente com o mesmo sentido de crítica que eu tenho comigo”. Por isso, após o evento, Ariana percebeu que “posso ser mais leve e mais empática com o meu parceiro e com os meus filhos, essencialmente”.

No “Love Summit” para uma construção de si própria

Mas nem só de casados se fez a 1ª edição do “Love Summit”. Susana Coutinho, 52 anos, solteira, sem filhos, já conhecia o trabalho de Eduardo Torgal e quis assistir ao evento porque “faz parte de um processo de desenvolvimento pessoal, de algo que tenho feito para construção e conhecimento de mim própria ao longo destes anos”.
Além disso, o facto de ser “o primeiro evento neste contexto e com este tema, despertou-me a curiosidade porque estou numa fase de vida bastante desafiante e por isso, vim ouvir. Todos nós sabemos muito pouco de nós e quanto mais vamos sabendo, mais queremos saber”.
À pergunta sobre se veio à procura do amor, Susana Coutinho explicou que “o meu objetivo de vida é ser cada vez melhor pessoa. Qualquer coisa que eu faça com alguém, passa por mim, passa por uma evolução pessoal, passa por me tornar cada vez uma pessoa melhor para comigo, em primeiro lugar, e depois para todos os outros que interagem comigo, independentemente de serem relações amorosas ou não”.
Quanto à mensagem que leva consigo do “Love Summit” é que “somos tão pequeninos no nosso conhecimento, vivemos tão enjaulados em crenças, comportamentos, em tudo aquilo que nos condiciona que quando se começam a abrir estas portas e estas janelas, ganhamos leveza mental”.

Dos EUA para o “Love Summit”

A viver nos Estados Unidos, Cristina Chabot, de 67 anos, estava em Portugal na altura do Love Summit e prolongou a estada no país de propósito: “Eu já conhecia o trabalho do Eduardo Torgal e, quando soube do evento, estava no Porto, portanto, tinha que vir”.
Cristina Chabot gosta de “aprender tudo sobre a relação em casal: como se deve lidar, como não se deve lidar, há sempre coisas novas para aprender”. Do “Love Summit” para os Estados Unidos, leva “muita alegria. Ainda bem que eu fiquei cá estes dois dias. Adorei. “Já para o marido, leva mais conhecimento para lidar com determinadas, situações. Há muita coisa que eu tenho agora que traduzir-lhe para Inglês, mas não há problema, porque a mensagem do amor é universal”, conclui.

Tags: 100 TabusAlexandre MonteiroAll About ParentingAugusto UchoaComunicação que cuidadeicfrar pessoasEduardo TorgalInstituto Eduardo Torgalinteligência emocionalLove SummitMarta RodriguesMaster em RelacionamentosPaulo MoreiraprofilerrelacionamentosSusana Dias Ramos

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